Dias 5 e 6 Agosto no CCIF/UMAR // Eventos inéditos de ALOK em Portugal !!!

O Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) e o Colectivo de artes performativas Mãos de Cura, composto por artistas trans e de género diverso afrodescendentes, Brasileirxs e do Médio Oriente que encerraram recentemente a 19ª Marcha do Orgulho lgbti+ de Lisboa – têm o prazer de anunciar a realização de três eventos inéditos no CCIF/UMAR de ALOK!

  • DOMINGO, 5 de AGOSTO, 17h00 | Beyond Gender

  • SEGUNDA, 6 de AGOSTO, 15h00 | Feelings: A Workshop on Emotional Justice

  • SEGUNDA, 6 de AGOSTO, 20h00 | Femme in Public

ALOK (pronomes: Eli/Deli) é artista performative, escritore e educadore, de género não-conformista. O seu estilo ecléctico, comédia política e desafio poético ao binário de género são internacionalmente aclamados. Alok foi recentemente a pessoa mais jovem premiada com o prestigioso Live Works Performance Act Award, prémio atribuído a 10 artistas performatives do mundo inteiro. O trabalho de Alok foi divulgado pela HBO, MTV, National Geographic, The Guardian e outros media.

Na sua estreia em Portugal, Alok Vaid-Menon, apresentade por Mãos de Cura, traz dois workshops e uma performance essenciais ao Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR.

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INSCRIÇÕES OBRIGATÓRIAS PARA: coletivomaosdecura@gmail.com                                Número máximo de participantes por workshop: 30 pessoas

BEYOND GENDER / Para Além do Género 
DOMINGO, 5 Agosto às 17h00
Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR

Contribuições recentes de ativistas e académicxs não-bináries e de género diverso contestaram fundamentalmente os pressupostos base das políticas gay e feministas. O nosso objetivo é simplesmente adquirir direitos iguais para as mulheres ou é desafiar, antes de mais, a própria categoria de ‘mulher’ e ‘homem’?. O nosso problema é referirem-se a nós pelos pronomes de género errados ou é, antes de mais, a própria atribuição de um género? Neste workshop interativo seguimos uma abordagem interseccional e transfeminista para nos movermos para além de binários de género e melhor compreender as raízes da violência de género.

FEELINGS: A WORKSHOP ON EMOTIONAL JUSTICE / Sentimentos: Um Workshop de Justiça Emocional
SEGUNDA, 6 Agosto às 15h00

Quantes de nós já usaram teoria para legitimar os nossos sentimentos? Quantas palavras caras desenvolvemos para não termos que dizer, “Tenho medo?” O que acontece quando reconhecemos que sentimentos são válidos por si só? Neste workshop abordamos inveja, solidão, mágoa, amor, anseio, e todas as partes de nós que são muitas vezes postas de parte e desvalorizadas. Juntes desenvolvemos linguagem, estruturas, e estratégias de justiça emocional.

PERFORMANCE 
€20 | Bilhetes: https://tinyurl.com/y9hwwldn

FEMME IN PUBLIC / Femme em Público
SEGUNDA, 6 de Agosto às 20h00

Que parte feminina de ti tiveste que destruir para sobreviver neste mundo? Em que momento a feminilidade se torna sinónimo de pedir desculpa? Quem feriu as pessoas que te feriram? Alok Vaid-Menon está a tentar perceber tudo isto. Junta-te a eli para uma noite de poesia, comédia stand-up, drag e mais em que o público é levado numa montanha-russa de emoções do pessoal ao político.

ACESSIBILIDADE:
Os WC são livres (sem género).
Os workshops têm tradução direta.
A performance inclui legendas em Português.

EVENTO, aqui

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TER, 3 JUL, 17-22h // SARAU DO FIM DO MUNDO – Música, Poesia, Performance, Instalações, Feira de Arte, Roupa, Acessórios, Gastronomia Brasileira e Turca…

EVENTO ESPECIAL – SARAU DO FIM DO MUNDO!

Esta 3.ª feira, 3 de Julho a partir das 17h00 (Recepção às 17h, início às 18h, término às 22h, entrada franca) no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR): Sarau do Fim do Mundo, pelo Colectivo Mãos de Cura!!!

Um evento único para celebrar e honrar a feminilidade e não-conformidade ao binário de género!

Juntes festejamos com música, poesia, performance, instalações, feira de arte, roupa e acessórios, e gastronomia Brasileira e Turca (com opções vegan e bebidas não-alcoólicas)!

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COM A PARTICIPAÇÃO ARTÍSTICA DE:

– Luana Júlia, Poeta, Atriz, Performer

– Darsy Art, Ilustração, Instalação

– Guilherme Henriques, Poeta, Ator, Performer

– Rex Timuroğlu – Maquilhador, Ilustrador, Performer

– John Kalagary – Intérprete, Performer, Escritora

– Waquilla Correia Negro – Diretora de Espetáculos, Atriz, Cantora, Escritora

COM A COLABORAÇÃO DE:

– Lolo Arziki, com uma proposta de moda sustentável.

– Bia Leonel, com Neith, marca especializada em colares de tecidos africanos e materiais reciclados.(https://www.instagram.com/neith_tecelagem).

– Maria Bruxxxa com Performance.

 

Evento, aqui. Contamos convosco!

SEX, 25 Maio, 18h00 // Gerações em Diálogo: São José Lapa e Inês Lapa

Após o evento “Literatura e Feminismos” com a escritora peruana Cláudia Salazar no dia 21 de Maio e do lançamento do programa do RAMA EM FLOR – Festival Comunitário Feminista Queer no dia 23, teremos esta 6.ª feira 25 de Maio no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) mais uma edição do ciclo Gerações em Diálogo.

As convidadas desta conversa são a actriz e encenadora São José Lapa e sua filha, actriz, cenógrafa e produtora, Inês Lapa.

A moderação estará a cargo de Teresa Sales.

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SÁB-DOM, 14-15 Maio | CCIF/UMAR | Oficina de TEATRO DA OPRIMIDA – Arco Íris do Desejo

No próximo fim-de-semana, dias 14 e 15 de Maio, haverá no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa, uma oficina de Teatro da Oprimida, promovida pela Marcha Mundial das Mulheres Portugal, à qual a UMAR pertence.

A facilitadora é Luciana Talamonti, que já fez Teatro das Oprimidas numa prisão argentina, na Palestina (com refugiadas, mulheres vítimas de violência etc.), com italianas e migrantes na Casa delle Donne de Modena. Participa na rede internacional Madalenas.

Teatro Oprimida 14-15 Maio CCIF

“DIS-TINTAS, CORES PARA TRANS-FORMAR”

Os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais, será que servem para transformar a sociedade?

Augusto Boal dizia que os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais e que um verdadeiro cidadão tem que tentar transformar a sociedade.
É evidente que a sociedade ocidental está tornando-se cada vez mais individualista. Nela já não se fala de luta de classes, @s trabalhador@s já não se vêem como um conjunto, mas apenas como indivíduos com contratos particulares. A ideia do self-made man norte-americano segundo a qual cada um e cada uma pensa por si própri@ e receia as consequências dos próprios actos individuais parece ser o único paradigma possível. Sendo assim, o envolvimento político dos cidadãos europeus é cada vez menor também porque a palavra política é muitas vezes interpretada como corrupção e considerada sinónimo de máximos poderes inalcançáveis… um palavrão!

Não conseguindo encontrar as verdadeiras causas das opressões – que na realidade são sociais – consideramo-nos nós mesm@s as culpadas ou os culpados das nossas frustrações. Paralelamente, estão a aumentar os distúrbios psicológicos e o uso dos psicofármacos, também nas crianças. Segundo o modelo dominante os “loucos” são pessoas perigosas e nós temos que ser sempre fortes, equilibrad@s, sem mostrar fraquezas. Parecemos ser consumidores anestesiados e acríticos mais que cidadãos, por isso voltar à ideia de cidadania de Boal parece algo utópico…
Neste contexto geral existem alternativas como o pensamento feminista, a “sororidade”. As ferramentas críticas que nos oferecem permitem-nos reconhecermo-nos de forma diferente da lógica hetero-normativa patriarcal que nos quer controlar através de várias mistificações (o pecado original, a histeria, o mito do corpo das mulheres como objecto de culto e de troca, etc.).
Se o pensamento filosófico-científico das classes dominantes levou a tudo isto, como será possível transformar a sociedade sem pô-lo em discussão?

Aproveito a oportunidade desta oficina para propor um laboratório em que, usando o “Arco-íris do desejo” se trabalhe sobre as opressões sociais de forma política encontrando estratégias de transformação.

A oficina é gratuita com OFERTA LIVRE para a facilitadora. 

Durará 2 dias, dias 14 e 15 de MAIO, 8 horas cada, e poderá terminar com uma acção pública colectiva. 

Inscrições para:  serenacacchioli@gmail.com

Amanhã, Sábado 17 de Janeiro, 21h30 // TEATRO no CCIF/UMAR!

Lembramos que a apresentação da peça “Três Faces de um Rosto. Portugal, três mulheres, três gerações” no Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR decorrerá já amanhã, Sábado dia 17 de Janeiro, às 21h30!

Marcações para 93 406 42 08.

Os bilhetes são apenas a 4 euros e poderão ser adquiridos no local antes do início da peça. Contamos com a vossa presença e divulgação!

Três Faces de um Rosto

SINOPSE:
Um rosto de mulher.
Três faces.
Três silhuetas, três símbolos.
Três personagens percorrem um século de história, um século de desafios e de dilemas, num Portugal carregado de diferenças sociais, de avanços e de recuos.
Um Portugal que vive mudanças, que ganha novos contornos, novos papeis, novos paradigmas.
Três personagens procuram o seu lugar na história enquanto tentam saber quem são.
Como se adaptam às novas realidades?
Como fazem para não esquecer que são sempre parte de um rosto?

10418441_408193145996048_6231192683225783466_nO PROJECTO MAGNÓLIA é um projecto interventivo de expressão artística, focado na abordagem de temas sociais fracturantes, expressando-se através do Teatro.

SÁB, 17 Janeiro, 21h30 // TRÊS FACES DE UM ROSTO – Portugal, três mulheres, três gerações

Dia 17 de Janeiro, Sábado, pelas 21h30, o Projecto Magnólia apresenta no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) a peça de teatro TRÊS FACES DE UM ROSTOPortugal, três mulheres, três gerações.
Esta peça esteve em exibição no Teatro Turim em Lisboa, no final de 2014 e será uma oportunidade única poder assisti-la no CCIF/UMAR!  Lugares limitados. MARCAÇÕES PARA: 93 406 42 08
Três Faces de um Rosto
SINOPSE:
Um rosto de mulher.
Três faces.
Três silhuetas, três símbolos.
Três personagens percorrem um século de história, um século de desafios e de dilemas, num Portugal carregado de diferenças sociais, de avanços e de recuos.
Um Portugal que vive mudanças, que ganha novos contornos, novos papeis, novos paradigmas.
Três personagens procuram o seu lugar na história enquanto tentam saber quem são.
Como se adaptam às novas realidades?
Como fazem para não esquecer que são sempre parte de um rosto?
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O PROJECTO MAGNÓLIA é um projecto interventivo de expressão artística,focado na abordagem de temas sociais fracturantes, expressando-se através do Teatro. 

QUA, 24 Setembro 19h00 // O Amor é um Animal de Duas Costas: Assimetria e Violência na Relação Masculino X Feminino

Esta sessão busca uma reflexão sobre a relação entre Masculino x Feminino, colocando em perspectiva dados estatísticos sobre a violência contra as mulheres no Brasil em analogia com o destino trágico feminino presentes no Teatro, Cinema e Artes Plásticas.

O convidado desta palestra, Alexandre Caetano, é actor, dramaturgo, encenador e coordenador do curso de teatro do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio em São Paulo, Brasil.

AlexandreCaetano
Contamos convosco no dia 24 às 19h00 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista!
Como habitualmente, a entrada é livre.

ATENÇÃO: O evento previsto para dia 25 de Setembro, “Apresentação final do projecto Laboratório de Género” foi adiado. Obrigada pela compreensão.