SEX 30JUN, SÁB 01JUL e DOM 02JUL // Primeiras Jornadas: Prisões e Mulheres

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As Primeiras Jornadas: Prisões e Mulheres têm origem no trabalho colectivo de diversas pessoas (com trabalho em associações, organizações e projetos académicos comprometidos com a defesas dos direitos das pessoas presas e suas famílias) que estão a organizar este evento com a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e o OEP – Observatório Europeu das Prisões.

As Primeiras Jornadas: Prisões e Mulheres decorrerão em Lisboa, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) no seguinte horário:

  • 6.ª feira, 30 de Junho (18h00-21h00)
  • Sábado, 1 de Julho (10h00-21h00)
  • Domingo, 2 de Julho (10h00-13h30)

Inscrições gratuitas mas obrigatórias, aqui.

Evento: www.facebook.com/jornadas.prisoes.mulheres.2017/

Portal do evento: https://jornadasprisoesemu.wixsite.com/2017

Programa: https://jornadasprisoesemu.wixsite.com/2017/programacao

mulheres e prisoes

Hoje e amanhã no CCIF/UMAR…

Lembramos que hoje (21 de Maio 18h30) e amanhã (22 de Maio 18h30), o Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR (Lisboa, Alcântara) receberá duas actividades imperdíveis!

4ª FEIRA, 21 de Maio, 18h30 // “A dominação pelo trabalho em espaço privado: diálogo com memórias de vida”

3ª sessão do 5º ciclo da Universidade Feminista, com as comunicações de:
– INÊS BRASÃO: doutorada em sociologia, propõe falar “da dominação pelo trabalho em espaço privado: diálogo com memórias de vida”
– MANUEL ABRANTES: está a concluir o doutoramento em sociologia económica e das organizações e articula “trabalho doméstico e feminismo: contributos de uma pesquisa empírica na área de Lisboa”.

inscrições para: universidadefeminista@gmail.com

inscrições para universidadefeminista@gmail.com

5ª FEIRA, 22 de Maio, 18h30 // Exibição do filme “Que bom te ter viva” de Lúcia Murat e debate com Heliana Bibas e Sílvia Montarroyos // … Para não esquecer a luta das mulheres contra a ditadura militar no Brasil

mulheres contra ditadura brasil

No âmbito do 50º aniversário do golpe militar no Brasil de 1964, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista pretende assinalar e reforçar o papel das mulheres brasileiras na luta contra a ditadura militar, exibindo o premiado filme “QUE BOM TE TER VIVA” (1989), de Lúcia Murat, seguindo-se um debate com as ex-resistentes HELIANA BIBAS e SÍLVIA MONTARROYOS.

Esta iniciativa à qual a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e o Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR se juntam, integra-se na programação «Para não esquecer 1964 e a ditadura militar brasileira», organizada pelo CLEPUL-FLUL e a Casa do Brasil de Lisboa.

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QUI, 22 Maio, 18h30 // Cine-debate com exibição do filme “Que bom te ter viva” de Lúcia Murat

No âmbito do 50º aniversário do golpe militar no Brasil de 1964, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) vem assinalar e reforçar o papel das mulheres brasileiras na luta contra a ditadura militar, exibindo, na próxima 5ª feira, 22 de Maio às 18H30, o premiado filme “QUE BOM TE TER VIVA” (1989), de Lúcia Murat.

Seguir-se-á um debate com as ex-resistentes Heliana Bibas e Sílvia Montearroyos.

Esta iniciativa à qual a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e o Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR aderem, integra-se na programação «Para não esquecer 1964 e a ditadura militar brasileira», organizada pelo CLEPUL da Universidade de Lisboa e a Casa do Brasil de Lisboa.

ENTRADA LIVRE!

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