QUA, 2 DEZ 18h30 // Conversas Soltas: O Papel das Ex-Fanatecas na Prevenção e Combate à MGF

No âmbito do ciclo “Conversas Soltas” do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIFUMAR) e do trabalho da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta desenvolvido ao longo de largos anos na área da Mutilação Genital Feminina (MGF) e do seu actual projecto “Intervenção Precoce em Igualdade” no concelho de Almada, anunciamos que a próxima sessão online será dedicada ao papel das ex-fanatecas na prevenção e combate à MGF.

Teremos como intervenientes: Alice Frade (P&D Factor); Eduardo Jaló (Associação dos Filhos e Amigos de Farim); Fatumata Djau Baldé (Comitê Nacional para o Abandono de Práticas Tradicionais Nefastas à Saúde da Mulher e Criança / Guiné-Bissau).

ALICE FRADE – Antropóloga e diretora executiva da P&D Factor – Associação para a Cooperação sobre População e Desenvolvimento, Alice Frade dedica-se a trabalhar em Advocacy e Cooperação para o Desenvolvimento há 14 anos. É autora e coautora de vários trabalhos nesta área, sobretudo nas temáticas da Educação, Saúde Sexual e Reprodutiva, População e Desenvolvimento e Direitos Humanos. Alice Frade é também consultora do programa “Príncipes do Nada”.

EDUARDO DJALÓ – Licenciado em Gestão e Administração Pública no ISCSP-UL. Presidente da Associação dos Filhos e Amigos de Farim desde 2014.

FATUMATA DJAU BALDÉ – É formada em Contabilidade e Mestre em Estudos legais pela ‘Atlantic International University. Activista de direitos humanos e dedicada na luta contra a prática de excisão feminina através da Organização Não Governamental – Comitê Nacional para o Abandono de Práticas Tradicionais Nefastas à Saúde da Mulher e Criança. Presidente do Comité e também membro da direcção executiva do Comité Inter Africano para Abandono das Práticas Tradicionais Nefastas à Saúde da Mulher e Criança.

Inscrições gratuitas para o e-mail: centroculturafeminista@gmail.com

Uma sessão a não perder!

Saudações feministas do CCIF/UMAR

TER, 14 JUL 19H // Conversas Soltas: MGF em Tempos de Covid-19

Na próxima 3.ª feira, dia 14 de Julho às 19h (hora de Portugal Continental e Madeira), 18h (Açores e Guiné-Bissau) e 15h (Brasil) o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) no âmbito do seu ciclo semanal online “Conversas Soltas” realizará uma sessão sobre a situação da MGF – Mutilação Genital Feminina, em especial no contexto da Covid-19.

Para nos dar a conhecer melhor esta realidade e responder a questões, teremos connosco:
– Adama Baldé, CNAPN – Comité Nacional para o Abandono de Práticas Nefastas
– Alice Frade, P&D Factor – Cooperação sobre População e Desenvolvimento
– Eduardo Jaló, Associação dos Filhos e Amigos de Farim – AFAFC
– Lina Ramos, Associação dos Filhos e Amigos de Farim – AFAFC

 A moderação ficará a cargo de Janica Lopes e de Maria Amado, da UMAR. 

Inscrições (gratuitas) por mensagem privada na nossa página de facebook ou para o e-mail: centroculturafeminista@gmail.com

Será depois enviado às pessoas inscritas o link de participação, um pouco antes do início da sessão.

SÁB, 26 JAN às 15h00 // Mulheres excisadas em França: a reconstrução da genitália

Esta sessão “Mulheres excisadas em França: a reconstrução da genitália” no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) vem na esteira de um longo percurso de intervenção da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta nesta área específica e contará com a participação da activista francesa contra a mutilação genital feminina, Adia Sakira, que abordará a situação das mulheres submetidas a esta prática no contexto dos processos de reconstrução da genitália neste país.

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Envolvida há mais de 10 anos em projectos de serviço social, animação e educação popular em França, Adia Sakira, acompanha jovens na construção de seu projecto profissional.

Também é activista sobre as questões da igualdade de género e no combate e prevenção da mutilação genital feminina.  Faz parte da Associação «Excision, Parlons-en!» (Paris – França) http://www.excisionparlonsen.org/

*A oradora falará em francês e haverá tradução em português.
Entrada livre.