QUA, 17 JUL 18h // Sessão de Leitura sobre a obra de Agustina Bessa-Luís

Na próxima 4.ª feira, 17 de Julho às 18h00, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) dedicará uma sessão de leitura e de partilha sobre a obra da escritora Agustina Bessa-Luís.

agustina bessa-luís 17072019

Partilhamos aqui duas das muitas notícias e artigos sobre a sua vida e obra publicadas aquando do seu desaparecimento no passado mês:

Entrada livre!

Evento, aqui.

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Esta semana, dias 5 e 6 de Junho, teremos 2 actividades no CCIF/UMAR!

Após partilha da programação do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) para os meses de Junho e Julho 2019 (ver post anterior) destacamos neste, as duas iniciativas desta semana 🙂

Qua, 05 Junho 18h00 no CCIF/UMAR em Lisboa “O Antifascismo e o Feminismo na Obra de Maria Teresa Horta”:

Conferência a ser proferida pela investigadora brasileira Michelle Vasconcelos sobre a obra da escritora de Maria Teresa Horta e seu entrecruzamento com as lutas feministas e antifascistas, com foco para o período entre 1971 e 1977.

MTH 03062019

 

 

Qui, 06 de Junho 18h00 no CCIF/UMAR em Lisboa “Glória e Vitória. Duas Rainhas Insubmissas”:

Esta conferencia que será proferida pela historiadora Luísa Paiva Boléo assinala do bicentenário do nascimento de ambas as rainhas.

Luisa Boleo 06062019

Contamos a tua participação e/ou divulgação!

Saudações feministas da UMAR

Programação do CCIF/UMAR para Junho e Junho 2019!

O calor aperta… mas… antes que se abra a época tradicional de férias, teremos ainda algumas actividades em Junho e Julho no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) e duas sessões do CCIF/UMAR Fora de Portas!

Ver infra o nosso folheto:

Programação ccif jun-jul 2019.Lembramos que, como em todos os anos, que não faremos qualquer pausa no Verão e manteremos o nosso funcionamento, estando sempre de portas abertas nos dias úteis e, aos fins de semana, em caso de actividades culturais pré-agendadas. O nosso centro de documentação também continuará aberto para consulta presencial e gratuita.

 

Saudações feministas da UMAR

SEX, 15 de Fev, 18h00 // Leitura colectiva de poemas de Maria Teresa Horta.

Na próxima sexta-feira, 15 de Fevereiro o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) organizará uma sessão de leitura colectiva de poemas da escritora e poetisa feminista Maria Teresa Horta.

leitura colectiva

Vários livros da autora estarão sob a mesa e, o difícil, será escolher!

Ver aqui, selecção de 18 poemas da autora.
Entrada livre.

SÁB, 13 OUT, 17h00 // Memória Histórica e Mulheres. Dos Silêncios e as Silenciadas

A convidada desta sessão no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) é a professora e poeta galega Susana Sanchéz Arins, membro da plataforma de crítica literária A Sega e que falará sobre os silenciamentos das mulheres na história.

A moderação estará a cargo de Maria Dovigo, vice-presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa e membro da direcção da UMAR.

Susana Arins 13102918

 

Uma iniciativa da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta em parceria com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL e que conta com o apoio de Xunta de Galicia e Asociación de Escritoras-es en Lingua Galega.

Evento, aqui.

Entrada livre!

SEG, 11 Junho, 18h00 // À Conversa com… Jorgete Teixeira

Na 2.ª feira 11 de Junho no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) teremos a oportunidade de conhecer a professora e escritora Jorgete Teixeira, a propósito do seu último livro “Mulheres à Beira de uma Largada de Pombos”. A Facilitadora será Manuela Tavares, investigadora em Estudos sobre as Mulheres e membro da direcção da UMAR.

Jorgete Teixeira _ para net

Sobre a autora: Maria Jorgete Teixeira nasceu na Huíla, Angola. Frequentou o Liceu Nacional de Vila Real e mais tarde a Faculdade de Direito de Lisboa, cujo curso não concluiu. Posteriormente licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Portugueses, pela Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora dos Ensinos Básico e Secundário, tendo lecionado no Alentejo e, ultimamente, numa escola do Barreiro, cidade onde reside há 28 anos. Angolana pelo nascimento, transmontana pelas raízes, alentejana pelo coração. Cidadã, mulher e mãe, assim se assume inteira, na militância pelas causas que considera justas. A escrita surge como uma forma de responder às inquietações interiores e exteriores no eco que se reflete também nos outros. Escreve e publica nas redes sociais e em alguns jornais e revistas. Participou ainda em algumas antologias.

Evento, aqui.

Entrada livre.

SÁB e DOM, 5 e 6 de MAIO // FEIRA FEMINISTA DO LIVRO no CCIF/UMAR!

No próximo fim de semana, dias 5 e 6 de Maio, entre as 15h00 e as 20h00, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta organizará uma Feira Feminista do Livro em Lisboa, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR).
Serão dois dias repletos de novidades e actividades!
No Sábado, o foco será para as/os mais novas/os e no Domingo para autoras emergentes.
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A entrada é livre.
Programa em actualização no evento na nossa página de Facebook, aqui.
Esta iniciativa conta com a parceira da Livraria Ler Devagar.

QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “As Luas dum Caracol” de Margarida Bom no CCIF/UMAR

 

Na 5.ª feira 15 de Dezembro, a partir das 18H30, Eduarda Ferreira apresentará no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) o livro “As Luas dum Caracol” de Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva.

Lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens que ecoam num livro colorido e vibrante.

A autora estará presente no evento. Entrada Livre!

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Dezembro no CCIF/UMAR!

Dezembro está a começar e a nossa programação promete! Teremos três actividades culturais no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) ainda na 1.ª quinzena, nos dias 4, 7 e 15 de Dezembro.

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DOM, 4 DEZ 17h00 // Lançamento e apresentação do livro dos 40 Anos da UMAR: Construindo os Feminismos, Desafiando o Futuro. Além de fotos e dados ilustrativos das várias fases e lutas da associação, o livro conta com 41 testemunhos de associadas de diferentes gerações e regiões, cruzando experiências e perspectivas feministas. Feminismos em diálogo nos 40 anos da UMAR! Entrada Livre.

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Pormenor da capa do livro comemorativo dos 40 anos da UMAR

QUA, 7 DEZ. 18h30 // Projecção do Documentário Casablanca Calling, de Rosa Rogers Filme sobre uma nova geração de mulheres em Marrocos que lutam pela emancipação das mulheres, pelo direito à educação das meninas e raparigas e contra o casamento precoce. Filme vencedor do Prémio One World Media Award 2015, Women’s Rights in Africa.                 Iniciativa da UMAR com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos. Entrada Livre.

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QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “Das Luas dum Caracol” de Margarida Bom Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva, lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens. Entrada Livre!

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Contamos contigo para estas iniciativas de Dezembro, dias 4, 7 e 15.

Mais informações no nosso evento no Facebook. Saudações feministas da UMAR!

 

 

SEX, 18 de NOV. 18h30 // Apresentação do novo Livro “A Gorda” da escritora Isabela Figueiredo

Amanhã, 18 de novembro, às 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), teremos o enorme prazer de estar com Isabela Figueiredo na apresentação do seu romance “A Gorda” recém-publicado pela Caminho. Este romance tem obtido excelentes críticas, nomeadamente no artigo publicado por Carla Macedo esta semana (16.11.2016) no Delas.pt, intituladoLemos ‘A Gorda’ e adorámos! Saiba por que razão tem de ler este livro do qual deixamos alguns excertos:

“Isabela Figueiredo, a autora de ‘A Gorda’ nasceu em Lourenço Marques (hoje Maputo), antes da independência das Colónias portuguesas em África. Maria Luísa, a personagem principal deste romance acabado de publicar pela Caminho também. Há mais coisas em comum entre ambas, muitas mesmo. São ambas professoras, escrevem, foram jornalistas, têm um blogue. E há, claro, a questão do peso: foram ambas gordas. (…)

O que é inesperado e em ‘A Gorda’ e surpreendente até ao fim é o retrato interior de, pelo menos, uma geração. (…)


isabela_figueiredoEm ‘A Gorda’ os tempos misturam-se como se costumam ligar na memória. O romance começa no fim quando a personagem principal já não é gorda, já fez a gastrectomia que a pôs a sopas e caldos e a fez emagrecer, mas as marcas do passado enquanto gorda ainda estão todas inscritas na autonarrativa de Maria Luísa.(…)

Fundamentalmente, qualquer mulher, provavelmente cada homem, se consegue relacionar com partes ou mesmo com o todo desta história. A recuperação de cenários como os bairros de barracas à porta dos bairros suburbanos, dos objetos do quotidiano como o passe L123 ou as motas Casal, de momentos históricos na vida doméstica como a instalação do telefone nos anos 80 ou a entrada para a faculdade do filho único das classes operárias fazem de ‘A Gorda’ um romance de época do pós-Colonialismo, cheio daquilo que o País é.”

isabela

Contamos contigo para um final de tarde especial.

Entrada livre!