SÁB, 13 OUT, 17h00 // Memória Histórica e Mulheres. Dos Silêncios e as Silenciadas

A convidada desta sessão no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) é a professora e poeta galega Susana Sanchéz Arins, membro da plataforma de crítica literária A Sega e que falará sobre os silenciamentos das mulheres na história.

A moderação estará a cargo de Maria Dovigo, vice-presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa e membro da direcção da UMAR.

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Uma iniciativa da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta em parceria com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL e que conta com o apoio de Xunta de Galicia e Asociación de Escritoras-es en Lingua Galega.

Evento, aqui.

Entrada livre!

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SEG, 11 Junho, 18h00 // À Conversa com… Jorgete Teixeira

Na 2.ª feira 11 de Junho no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) teremos a oportunidade de conhecer a professora e escritora Jorgete Teixeira, a propósito do seu último livro “Mulheres à Beira de uma Largada de Pombos”. A Facilitadora será Manuela Tavares, investigadora em Estudos sobre as Mulheres e membro da direcção da UMAR.

Jorgete Teixeira _ para net

Sobre a autora: Maria Jorgete Teixeira nasceu na Huíla, Angola. Frequentou o Liceu Nacional de Vila Real e mais tarde a Faculdade de Direito de Lisboa, cujo curso não concluiu. Posteriormente licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, na variante de Estudos Portugueses, pela Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora dos Ensinos Básico e Secundário, tendo lecionado no Alentejo e, ultimamente, numa escola do Barreiro, cidade onde reside há 28 anos. Angolana pelo nascimento, transmontana pelas raízes, alentejana pelo coração. Cidadã, mulher e mãe, assim se assume inteira, na militância pelas causas que considera justas. A escrita surge como uma forma de responder às inquietações interiores e exteriores no eco que se reflete também nos outros. Escreve e publica nas redes sociais e em alguns jornais e revistas. Participou ainda em algumas antologias.

Evento, aqui.

Entrada livre.

SÁB e DOM, 5 e 6 de MAIO // FEIRA FEMINISTA DO LIVRO no CCIF/UMAR!

No próximo fim de semana, dias 5 e 6 de Maio, entre as 15h00 e as 20h00, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta organizará uma Feira Feminista do Livro em Lisboa, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR).
Serão dois dias repletos de novidades e actividades!
No Sábado, o foco será para as/os mais novas/os e no Domingo para autoras emergentes.
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A entrada é livre.
Programa em actualização no evento na nossa página de Facebook, aqui.
Esta iniciativa conta com a parceira da Livraria Ler Devagar.

QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “As Luas dum Caracol” de Margarida Bom no CCIF/UMAR

 

Na 5.ª feira 15 de Dezembro, a partir das 18H30, Eduarda Ferreira apresentará no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) o livro “As Luas dum Caracol” de Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva.

Lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens que ecoam num livro colorido e vibrante.

A autora estará presente no evento. Entrada Livre!

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Dezembro no CCIF/UMAR!

Dezembro está a começar e a nossa programação promete! Teremos três actividades culturais no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) ainda na 1.ª quinzena, nos dias 4, 7 e 15 de Dezembro.

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DOM, 4 DEZ 17h00 // Lançamento e apresentação do livro dos 40 Anos da UMAR: Construindo os Feminismos, Desafiando o Futuro. Além de fotos e dados ilustrativos das várias fases e lutas da associação, o livro conta com 41 testemunhos de associadas de diferentes gerações e regiões, cruzando experiências e perspectivas feministas. Feminismos em diálogo nos 40 anos da UMAR! Entrada Livre.

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Pormenor da capa do livro comemorativo dos 40 anos da UMAR

QUA, 7 DEZ. 18h30 // Projecção do Documentário Casablanca Calling, de Rosa Rogers Filme sobre uma nova geração de mulheres em Marrocos que lutam pela emancipação das mulheres, pelo direito à educação das meninas e raparigas e contra o casamento precoce. Filme vencedor do Prémio One World Media Award 2015, Women’s Rights in Africa.                 Iniciativa da UMAR com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos. Entrada Livre.

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QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “Das Luas dum Caracol” de Margarida Bom Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva, lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens. Entrada Livre!

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Contamos contigo para estas iniciativas de Dezembro, dias 4, 7 e 15.

Mais informações no nosso evento no Facebook. Saudações feministas da UMAR!

 

 

SEX, 18 de NOV. 18h30 // Apresentação do novo Livro “A Gorda” da escritora Isabela Figueiredo

Amanhã, 18 de novembro, às 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), teremos o enorme prazer de estar com Isabela Figueiredo na apresentação do seu romance “A Gorda” recém-publicado pela Caminho. Este romance tem obtido excelentes críticas, nomeadamente no artigo publicado por Carla Macedo esta semana (16.11.2016) no Delas.pt, intituladoLemos ‘A Gorda’ e adorámos! Saiba por que razão tem de ler este livro do qual deixamos alguns excertos:

“Isabela Figueiredo, a autora de ‘A Gorda’ nasceu em Lourenço Marques (hoje Maputo), antes da independência das Colónias portuguesas em África. Maria Luísa, a personagem principal deste romance acabado de publicar pela Caminho também. Há mais coisas em comum entre ambas, muitas mesmo. São ambas professoras, escrevem, foram jornalistas, têm um blogue. E há, claro, a questão do peso: foram ambas gordas. (…)

O que é inesperado e em ‘A Gorda’ e surpreendente até ao fim é o retrato interior de, pelo menos, uma geração. (…)


isabela_figueiredoEm ‘A Gorda’ os tempos misturam-se como se costumam ligar na memória. O romance começa no fim quando a personagem principal já não é gorda, já fez a gastrectomia que a pôs a sopas e caldos e a fez emagrecer, mas as marcas do passado enquanto gorda ainda estão todas inscritas na autonarrativa de Maria Luísa.(…)

Fundamentalmente, qualquer mulher, provavelmente cada homem, se consegue relacionar com partes ou mesmo com o todo desta história. A recuperação de cenários como os bairros de barracas à porta dos bairros suburbanos, dos objetos do quotidiano como o passe L123 ou as motas Casal, de momentos históricos na vida doméstica como a instalação do telefone nos anos 80 ou a entrada para a faculdade do filho único das classes operárias fazem de ‘A Gorda’ um romance de época do pós-Colonialismo, cheio daquilo que o País é.”

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Contamos contigo para um final de tarde especial.

Entrada livre!

 

22 de ABRIL, 18h30 // Feminismos e Literatura Infantil no Estado Espanhol

Na próxima 4.ª feira, 22 de Abril às 18h30 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) decorrerá a sessão “Feminismos e Literatura Infantil no Estado Espanhol: um olhar da História Literária e da História da Educação“, pela convidada Montserrat Pena – crítica literária e Prof.ª na Universidade de Santiago de Compostela.

A não perder!

Mais informações sobre a temática da sessão, aqui. Entrada livre!

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Montserrat Pena no CCIF/UMAR a 22 de Abril !

Foi publicado este mês um artigo no portal da Agenda Cultural de Lisboa sobre a sessão a decorrer na próxima 4.ª feira, 22 de Abril às 18h30 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), com a convidada Montserrat Pena – crítica literária e Prof.ª na Universidade de Santiago de Compostela, sobre “Feminismos e Literatura Infantil no Estado Espanhol: um olhar da História Literária e da História da Educação“.

Evento organizado em parceria com o Centro de Estudos Galegos Lisboa da FCSH-UNL e o apoio da Xunta de Galicia e Asociación de Escritoras-es en Lingua Galega.

Ver notícia, aqui

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O movimento feminista, especialmente desde os últimos anos da década de 1970 e os primeiros da década de 1980, marcou decisivamente a literatura infantil e juvenil, dada a sua preocupação pela educação das meninas e a denúncia da discriminação que sofriam no sistema escolar.

Nessa época começaram a ser publicadas colecções dirigidas a atenuar esta desigualdade, mas também materiais, estudos e experiências específicas elaborados por mulheres socialmente activas no movimento.

Porém, a sua difusão foi com frequência realizada através de revistas feministas ou foros especializados e, portanto, as histórias “oficiais” silenciaram maioritariamente os seus significativos contributos.

Por este motivo, a palestra pretende recuperar estas experiências pioneiras para pôr em valor a importância e o legado do movimento feminista no que diz respeito aos livros para meninas e meninos. 

QUI, 2 de Outubro, 18h30 // Apresentação do livro “27 Acrobacias sobre (quase) a mesma coisa”

O CCIF/UMAR e a ESDIME – Agência para o Desenvolvimento Local do Alentejo Sudoeste têm o prazer de anunciar o evento de apresentação do livro ’27 Acrobacias sobre (quase) a mesma coisa’ no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) na próxima 5ª feira, dia 2 de Outubro às 18h30.

Este livro compila o olhar e o trabalho sobre a igualdade de género de 27 escritores/as e artistas e foi editado no âmbito do projecto da ESDIME ‘Igualdade faz o meu Género’.

A sessão de apresentação contará com a participação de autores/as que colaboraram neste trabalho e constitui mais uma oportunidade para discutir e reflectir em conjunto sobre a temática.

Evento aqui. Contamos contigo!

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TER, 23 Setembro, 18h00 // Violência d(e) Gênero na Literatura Brasileira

A oradora convidada da sessão “Violência (d)e Gênero na Literatura Brasileira” a realizar no Centro de Cultura e Intervenção e Intervenção Feminista na próxima 3ª feira, 23 de Setembro pelas 18h00 é Constância Lima Duarte, pesquisadora do CNPq e Prof.ª de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

A temática a abordar será a violência (d)e género na literatura brasileira, com enfoque na literatura afro-brasileira e na obra da escritora Conceição Evaristo.

Conceição Evaristo, afro-brasileira, nascida em 1940 numa favela de Belo Horizonte é actualmente uma activista, académica e escritora com obras traduzidas em vários idiomas, embora ainda seja pouco conhecida pelo grande público. Os seus livros, em especial o romance Ponciá Vicêncio, de 2003, abordam temas como a discriminação racial, de género e de classe.

ConceicaoEvaristoLegenda da fotografia: Escritora Conceição Evaristo, 2ª a contar da esq.; Prof.ª Constância Lima Duarte, 4ª a contar da esq.

Artigo sobre Conceição Evaristo:
http://blogueirasfeministas.com/2011/11/conceicao-evaristo/

Textos seleccionados pela UFMG: http://www.letras.ufmg.br/literafro/data1/autores/43/textosselecionados.pdf

Contamos com a vossa inestimável presença!

Organização do evento: CCIF/UMAR e CLEPUL – Centro de Culturas e Literaturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa.