QUA, 26 JUN 18H // Mulheres Indígenas

Na próxima 4.ª feira, 26 de Junho às 18h, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta organizará uma sessão no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa, subordinada ao tema das Mulheres Indígenas, no decurso do nosso trabalho/activismo e atenção para com esta(s) problemática(s).

Esta foi a temática escolhida para a Agenda Feminista 2019 da UMAR na qual constam testemunhos de activistas indígenas de diferentes latitudes que nos falam sobre as suas lutas e principais desafios.

Mulheres Indígenas_26062019_

Nesta sessão destacaremos as intervenções de representantes dos colectivos GUARANI KAIOWÁ SUPPORT NETWORK, FÓRUM INDÍGENA de LISBOA e PELA DEMOCRACIA NO BRASIL sobre a situação actual dos povos indígenas do Brasil.

No âmbito deste ser o Ano Internacional das Línguas Indígenas, proclamado pela UNESCO, também não deixaremos de lado a necessidade de conscientização para a preservação, revitalização, valorização e promoção destas línguas que continuam a desaparecer a um ritmo alarmante. Esta intervenção estará a cargo de Maria Dovigo da UMAR e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

Andressa Lopes, co-fundadora do CABE – Combate ao Assédio a Brasileiras no Exterior e técnica na Casa do Brasil de Lisboa fará a moderação.

Contamos com a vossa presença e divulgação!
Entrada livre.

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Dias 8 e 9 de Maio // CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Nos dias 8 e 9 de Maio, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) estará fora de portas com o Ciclo de Resistência Cultural Galego-Portuguesa, uma parceria da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL, a Associação José Afonso Galiza, o Colectivo  Cravo, a FCSH-UNL – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a Academia Galega da Língua Portuguesa e a Xunta de Galicia.

CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Dia 8 de Maio 16h-20h

CONFERÊNCIA «A Cultura é uma Arma»

FCSH-UNL – Avenida de Berna 26C, Lisboa. Sala Multiusos 2 – Edifício ID

 

agroqueer

16H. JOSÉ MÁRIO BRANCO
‘’A Música como Arma de Transformação Social e Cultural’’ – a música de Intervenção, como mote para uma transformação e reflexão social no espaço cultural Português.

17H. REGUEIFA – ALBA MARIA E QUECO DIAZ
”Oficina de regueifa e improvisação oral: música popular para educar no feminismo”. Dois músicos Galegos que promovem a transformação da Música Tradicional Galega em Música Feminista. Os dois músicos organizarão uma breve oficina musical durante a conferência.

18H. FESTIVAL AGROQUEER
“Festival Agroqueer da Ulhoa”. Festival Cultural Galego que promove a discussão das temáticas LGBT em espaços rurais. A organização do Festival estará presente na conferência através da figura de Gina Gisbert, que procurará abordar a estrutura e organização do Festival, assim como, pensar a adaptação de temáticas progressistas – como os Direitos LGBT – a espaços, tradicionalmente, fechados e conservadores, como as aldeias interiores rurais.

19H. DANIEL AMARELO
”Fazes o teu próprio mundo tolerante”. Galego, a viver em Lisboa, irá abordar as práticas linguísticas e identidades sexuais não heteronormativas na Galiza contemporânea.

 

Dia 9 de Maio, 21h30

Galiza na Lisa: NOITE AGROQUEER

Crew Hassan, R. Andrade 8A, Anjos – Lisboa

 

noite agroqueer 09052019

PERFORMANCE NELU VERMOUTH
Performer e cantor, pretende expor nas suas performances a crueldade artística que existe detrás da própia liberdade, dos estereótipos e da expressão como forma comunicativa livre de juízo, tentando criar sempre um contexto de terapia grupal no espaço do aqui e do agora. “Para ser perdoada, para ser amada, para ser livre” ~ Sarah Kane

BEJAFLOR
Bejaflor é uma pequena criatura que habita a floresta do pop português, onde pulsam ritmos quebrados com vozes e harmonias sintetizadas no quarto de um jovem produtor independente, José Mendes. No fresquíssimo álbum homónimo de estreia, Bejaflor apresenta um conjunto de canções da sua intimidade com a vibe pop dos 80’s, em andamento electrónico e influências hip-hop, modernas e sofisticadas.

MOUNQUP
Camille Hédouin é o nome por detrás da artista franco-galega MounQup. Nascida em França, mas adotando a Galiza como residência, desde os 15 anos que usa a sua voz para composição de temas Jazz, Eletrónica e Folk. A criação de texturas, sombras e cores, resultam numa paisagem sónica e surreal característica da Artista. A composição dos temas torna-se particular quando assumem o meio em que são produtivos – a zona montanhosa Galega de A Bola.

Entrada livre para todos os 2 dias de eventos! 🙂

Ver mais, aqui.

 

Programação do CCIF/UMAR em Maio!

Neste mês de Maio o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) está com uma programação de arromba! Programa completo, infra:

programação ccif maio 2019

Além da parceria com o Festival Feminista de Lisboa (dias 5, 18, 19 e 31) , temos também nos dias 8 e 9 de Maio o “Ciclo de Resistência Cultural Galego-Portuguesa. A Cultura é uma Arma”. Serão dois dias de programação conjunta com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL, UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, Associação José Afonso, Cravo, FCSH-UNL, Academia Galega da Língua Portuguesa, Xunta de Galicia.

Ciclo de Resistência cultural galego-portuguesa

CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Neste início de Maio, paramos para repensar, reflectir e discutir a expressão cultural como forma de Resistência no âmbito político e social Português e Galego. Partindo do mote que assume «A Cultura é uma Arma» projecta-se dois momentos distintos – uma Conferência e uma Festa.

CONFERÊNCIA «A Cultura é uma Arma» | Dia 8 de Maio 16h-20h
FCSH-UNL (Avenida de Berna 26C, Lisboa) Sala Multiusos 2 – Edifício ID

16H. JOSÉ MÁRIO BRANCO
‘’A Música como Arma de Transformação Social e Cultural’’ – a música de Intervenção, como mote para uma transformação e reflexão social no espaço cultural Português.

17H. REGUEIFA – ALBA MARIA E QUECO DIAZ
”Oficina de regueifa e improvisação oral: música popular para educar no feminismo”. Dois músicos Galegos que promovem a transformação da Música Tradicional Galega em Música Feminista. Os dois músicos organizarão uma breve oficina musical durante a conferência.

18H. FESTIVAL AGROQUEER
“Festival Agroqueer da Ulhoa”. Festival Cultural Galego que promove a discussão das temáticas LGBT em espaços rurais. A organização do Festival estará presente na conferência através da figura de Gina Gisbert, que procurará abordar a estrutura e organização do Festival, assim como, pensar a adaptação de temáticas progressistas – como os Direitos LGBT – a espaços, tradicionalmente, fechados e conservadores, como as aldeias interiores rurais.

19H. DANIEL AMARELO
”Fazes o teu próprio mundo tolerante”. Galego, a viver em Lisboa, irá abordar as práticas linguísticas e identidades sexuais não heteronormativas na Galiza contemporânea.

Entrada livre para todos os eventos 🙂

Saudações feministas do CCIF/UMAR

SÁB, 13 OUT, 17h00 // Memória Histórica e Mulheres. Dos Silêncios e as Silenciadas

A convidada desta sessão no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) é a professora e poeta galega Susana Sanchéz Arins, membro da plataforma de crítica literária A Sega e que falará sobre os silenciamentos das mulheres na história.

A moderação estará a cargo de Maria Dovigo, vice-presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa e membro da direcção da UMAR.

Susana Arins 13102918

 

Uma iniciativa da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta em parceria com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL e que conta com o apoio de Xunta de Galicia e Asociación de Escritoras-es en Lingua Galega.

Evento, aqui.

Entrada livre!

O CCIF/UMAR fora de portas! Nos próximos dias 6, 7 e 8 de Abril em Santiago de Compostela, Galiza!

Pelo segundo ano consecutivo, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR),  através da nossa associação, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, participa na organização dos Encontros Itinerantes de Mulheres da Lusofonia. Mulheres, Territórios e Memórias. Em 2017, o I Encontro de Mulheres da Lusofonia decorreu em Vilar de Santos, concelho de Ourense (Galiza) e este ano será em Santiago de Compostela, também na Galiza.

II ENCONTRO MULHERES DA LUSOFONIA (1).jpg

As entidades organizadoras do II Encontro de Mulheres da Lusofonia: Mulheres, territórios e memórias são a Academia Galega da Língua Portuguesa, a Associação Pró-AGLP, e a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta. O encontro visa criar uma rede plural feminista de mulheres do espaço lusófono, potenciando um entrecruzamento de diálogos, de experiências e de conhecimento.

O II Encontro Mulheres da Lusofonia conta com o apoio da

  • Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa dos Observadores Consultivos da CPLP
  • Concelho de Santiago de Compostela
  • Livraria Lila de Lilith – Santiago de Compostela
  • Museu do Aljube. Resistência e Liberdade – Lisboa
  • Projeto Cárcere – Corunha/Galiza
  • Marcha Mundial das Mulheres-Galiza
  • Plataforma Feminista Galega
  • Ondjango Feminista – Angola
  • Fórum Mulher – Moçambique

O programa (infra) reflete o carácter feminista, anticolonial e internacionalista destes encontros de mulheres dos países de expressão portuguesa.

A entrada é livre, sujeita a inscrição (gratuita) para mulhereslusofonia@gmail.com

PROGRAMA:

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A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta participará no painel Entre o Ativismo e a Pesquisa. Mulheres na Resistência (com a participação do nosso projeto Memória e Feminismos e no painel Feminismos no Espaço Lusófono. Estará ainda nas mesas de abertura e de encerramento.

Mais informação em: http://www.facebook.com/mulheresdalusofonia

Contamos convosco e/ou com a vossa divulgação! Obrigada!

 

QUA, 20 Abril, 18h30 | Cabo-Verdianas em Burela: Migração, Relações de Género e Intervenção Social

4.ª feira, 20 de Abril às 18h30 // Intervenção de Luzia Oca González, antropóloga galega e Prof.ª na UTAD desde 2004, sobre (o mito d)a integração das cabo-verdianas entre 1978 e 2008 no município de Burle, na Galiza.

A sua obra Caboverdianas en Burela. Migración, relacións de xénero e intervención social recebeu o Prémio Vicente Risco de Ciências Sociais 2014.

Uma parceria da UMAR e Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL. Com o apoio da Xunta de Galicia.

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Cartaz da Sessão “Cabo-Verdianas em Burela” no CCIF/UMAR, numa parceria da UMAR com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL
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Trabalho premiado resultante da tese de doutoramento com perspectiva de género e feminista, que permite conhecer as dinâmicas sociais internas e externas à comunidade cabo-verdiana em Burela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Luzia Oca
A antropóloga galega e docente da UTAD, Luzia Oca González, contactou directamente ao longo de 15 anos, esta comunidade migrante em Lugo, Galiza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrada Livre! Saber mais na páginaevento no Facebook do CIIF/UMAR.

QUI, 15 de Maio, 19h00 // Sessão Heróis [ínas] ou activistas?

a-alternativa-esta-aquiA menos de uma semana da conferência “Heróis [ínas] ou Activistas?” com a escritora María Reimóndez, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) informa que já dispõe no seu centro de documentação para consulta gratuita duas das suas obras, “Feminismos” e “A alternativa está aquí´” Xerais, (2014) que a autora apresentará no dia 15 de Maio às 19h00.
Descobrir mais sobre esta escritora no seu site: http://mariareimondez.com/
Vem visitar-nos de 2ª a 6ª das 10h às 18h e… boas leituras!

 

QUI, 15 Maio 19h00 // Sessão Heróis [inas] ou Activistas?

O Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) acolherá na quinta-feira dia 15 de Maio 2014 pelas 19h00, uma sessão com a escritora e feminista galega María Reimóndez sobre activismos, cooperação, crítica feminista e interseccionalidade. Com o intuito de rever criticamente o paradigma do herói, patriarcal e que, no fundo, não quer mudar nada, María Reimóndez desenvolverá várias das ideias abordadas no seu último livro “A alternativa está aquí” Xerais (2014).

A autora propõe uma nova concepção do activismo baseada nos feminismos pós-coloniais e desenvolve uma linha de intervenção crítica feminista para a cooperação internacional e para a transformação social.

O Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR adere a esta iniciativa promovida pelo Centro de Estudos Galegos Lisboa da FCSH-UNL, com o apoio da XUNTA DE GALICIA e da Asociación de Escritores/as en Lingua Galega. ENTRADA LIVRE!

María Reimondez 15Maio