Esta semana, dias 5 e 6 de Junho, teremos 2 actividades no CCIF/UMAR!

Após partilha da programação do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) para os meses de Junho e Julho 2019 (ver post anterior) destacamos neste, as duas iniciativas desta semana 🙂

Qua, 05 Junho 18h00 no CCIF/UMAR em Lisboa “O Antifascismo e o Feminismo na Obra de Maria Teresa Horta”:

Conferência a ser proferida pela investigadora brasileira Michelle Vasconcelos sobre a obra da escritora de Maria Teresa Horta e seu entrecruzamento com as lutas feministas e antifascistas, com foco para o período entre 1971 e 1977.

MTH 03062019

 

 

Qui, 06 de Junho 18h00 no CCIF/UMAR em Lisboa “Glória e Vitória. Duas Rainhas Insubmissas”:

Esta conferencia que será proferida pela historiadora Luísa Paiva Boléo assinala do bicentenário do nascimento de ambas as rainhas.

Luisa Boleo 06062019

Contamos a tua participação e/ou divulgação!

Saudações feministas da UMAR

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Dias 8 e 9 de Maio // CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Nos dias 8 e 9 de Maio, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) estará fora de portas com o Ciclo de Resistência Cultural Galego-Portuguesa, uma parceria da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL, a Associação José Afonso Galiza, o Colectivo  Cravo, a FCSH-UNL – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a Academia Galega da Língua Portuguesa e a Xunta de Galicia.

CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Dia 8 de Maio 16h-20h

CONFERÊNCIA «A Cultura é uma Arma»

FCSH-UNL – Avenida de Berna 26C, Lisboa. Sala Multiusos 2 – Edifício ID

 

agroqueer

16H. JOSÉ MÁRIO BRANCO
‘’A Música como Arma de Transformação Social e Cultural’’ – a música de Intervenção, como mote para uma transformação e reflexão social no espaço cultural Português.

17H. REGUEIFA – ALBA MARIA E QUECO DIAZ
”Oficina de regueifa e improvisação oral: música popular para educar no feminismo”. Dois músicos Galegos que promovem a transformação da Música Tradicional Galega em Música Feminista. Os dois músicos organizarão uma breve oficina musical durante a conferência.

18H. FESTIVAL AGROQUEER
“Festival Agroqueer da Ulhoa”. Festival Cultural Galego que promove a discussão das temáticas LGBT em espaços rurais. A organização do Festival estará presente na conferência através da figura de Gina Gisbert, que procurará abordar a estrutura e organização do Festival, assim como, pensar a adaptação de temáticas progressistas – como os Direitos LGBT – a espaços, tradicionalmente, fechados e conservadores, como as aldeias interiores rurais.

19H. DANIEL AMARELO
”Fazes o teu próprio mundo tolerante”. Galego, a viver em Lisboa, irá abordar as práticas linguísticas e identidades sexuais não heteronormativas na Galiza contemporânea.

 

Dia 9 de Maio, 21h30

Galiza na Lisa: NOITE AGROQUEER

Crew Hassan, R. Andrade 8A, Anjos – Lisboa

 

noite agroqueer 09052019

PERFORMANCE NELU VERMOUTH
Performer e cantor, pretende expor nas suas performances a crueldade artística que existe detrás da própia liberdade, dos estereótipos e da expressão como forma comunicativa livre de juízo, tentando criar sempre um contexto de terapia grupal no espaço do aqui e do agora. “Para ser perdoada, para ser amada, para ser livre” ~ Sarah Kane

BEJAFLOR
Bejaflor é uma pequena criatura que habita a floresta do pop português, onde pulsam ritmos quebrados com vozes e harmonias sintetizadas no quarto de um jovem produtor independente, José Mendes. No fresquíssimo álbum homónimo de estreia, Bejaflor apresenta um conjunto de canções da sua intimidade com a vibe pop dos 80’s, em andamento electrónico e influências hip-hop, modernas e sofisticadas.

MOUNQUP
Camille Hédouin é o nome por detrás da artista franco-galega MounQup. Nascida em França, mas adotando a Galiza como residência, desde os 15 anos que usa a sua voz para composição de temas Jazz, Eletrónica e Folk. A criação de texturas, sombras e cores, resultam numa paisagem sónica e surreal característica da Artista. A composição dos temas torna-se particular quando assumem o meio em que são produtivos – a zona montanhosa Galega de A Bola.

Entrada livre para todos os 2 dias de eventos! 🙂

Ver mais, aqui.

 

Programação do CCIF/UMAR em Maio!

Neste mês de Maio o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) está com uma programação de arromba! Programa completo, infra:

programação ccif maio 2019

Além da parceria com o Festival Feminista de Lisboa (dias 5, 18, 19 e 31) , temos também nos dias 8 e 9 de Maio o “Ciclo de Resistência Cultural Galego-Portuguesa. A Cultura é uma Arma”. Serão dois dias de programação conjunta com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL, UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, Associação José Afonso, Cravo, FCSH-UNL, Academia Galega da Língua Portuguesa, Xunta de Galicia.

Ciclo de Resistência cultural galego-portuguesa

CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Neste início de Maio, paramos para repensar, reflectir e discutir a expressão cultural como forma de Resistência no âmbito político e social Português e Galego. Partindo do mote que assume «A Cultura é uma Arma» projecta-se dois momentos distintos – uma Conferência e uma Festa.

CONFERÊNCIA «A Cultura é uma Arma» | Dia 8 de Maio 16h-20h
FCSH-UNL (Avenida de Berna 26C, Lisboa) Sala Multiusos 2 – Edifício ID

16H. JOSÉ MÁRIO BRANCO
‘’A Música como Arma de Transformação Social e Cultural’’ – a música de Intervenção, como mote para uma transformação e reflexão social no espaço cultural Português.

17H. REGUEIFA – ALBA MARIA E QUECO DIAZ
”Oficina de regueifa e improvisação oral: música popular para educar no feminismo”. Dois músicos Galegos que promovem a transformação da Música Tradicional Galega em Música Feminista. Os dois músicos organizarão uma breve oficina musical durante a conferência.

18H. FESTIVAL AGROQUEER
“Festival Agroqueer da Ulhoa”. Festival Cultural Galego que promove a discussão das temáticas LGBT em espaços rurais. A organização do Festival estará presente na conferência através da figura de Gina Gisbert, que procurará abordar a estrutura e organização do Festival, assim como, pensar a adaptação de temáticas progressistas – como os Direitos LGBT – a espaços, tradicionalmente, fechados e conservadores, como as aldeias interiores rurais.

19H. DANIEL AMARELO
”Fazes o teu próprio mundo tolerante”. Galego, a viver em Lisboa, irá abordar as práticas linguísticas e identidades sexuais não heteronormativas na Galiza contemporânea.

Entrada livre para todos os eventos 🙂

Saudações feministas do CCIF/UMAR

TER, 16 ABR, 18h // Feminismos Emergentes

Na próxima 3.ª feira , 16 de Abril pelas 18h00 teremos no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa, Alcântara, acolherá uma tertúlia com jovens activistas feministas de diferentes quadrantes emancipatórios.

Esperamos que este encontro seja o primeiro de uma série, para a conhecer melhor a vitalidade dos actuais movimentos feministas.

feminismos emergentes-4Entrada livre.

SÁB, 17 NOV às 15H // Feminismos e o Maio de 68

Neste Sábado, 17 de Novembro no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) teremos uma sessão sobre o Maio de 68 e a sua ligação com os feminismos.

Que influências dos movimento de estudantes para os movimentos de mulheres? Terão os ecos do Maio de 68 chegado a Portugal? Terão as feministas portuguesas dos anos 1960/70 sido influenciadas por esta onda?

Estas e muitas outras questões poderão ser colocadas e debatidas neste espaço que contará com as intervenções da historiadora francesa Anne Cova, da escritora Inês Pedrosa e de Maria Antónia Palla. A moderação estará a cargo de Manuela Tavares.

feminismos e o maio de 68_final

Evento, aqui.

Entrada livre.

SÁB e DOM, 5 e 6 de MAIO // FEIRA FEMINISTA DO LIVRO no CCIF/UMAR!

No próximo fim de semana, dias 5 e 6 de Maio, entre as 15h00 e as 20h00, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta organizará uma Feira Feminista do Livro em Lisboa, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR).
Serão dois dias repletos de novidades e actividades!
No Sábado, o foco será para as/os mais novas/os e no Domingo para autoras emergentes.
Feira Feminista do Livro (1)
A entrada é livre.
Programa em actualização no evento na nossa página de Facebook, aqui.
Esta iniciativa conta com a parceira da Livraria Ler Devagar.

QUI, 12 Abril, 18h30 no CCIF/UMAR | Corpos na Trouxa. Histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio

Na próxima 5.ª feira, 12 de Abril às 18h30 teremos​ no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) a sessão de apresentação do livro da activista palestiniana e investigadora em Estudos Feministas, Shahd Wadi “Corpos na Trouxa. Histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio” por Isabel Allegro de Magalhães, com a presença da autora.

corpos na trouxa. histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio.png

Evento, aqui. Entrada livre.

O ano de 2018 marca 70 anos desde a Nakba – a “catástrofe”, que resultou na expulsão de mais de 700.000 pessoas palestinianas dos seus lares, motivada pela criação do Estado de Israel.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta é uma das organizações parceiras de uma série de encontros durante a primeira quinzena de Abril, inseridos no contexto da Semana do Apartheid Israelita (http://apartheidweek.org/), a fim de conscientizar sobre o sistema de apartheid de Israel sobre o povo palestiniano e construir apoio para o Movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS).

Semana Anti-Apartheid Israelita 2018Saudações feministas da UMAR

SEG, 9 Abril 19h00 // Feminismos Anti-Coloniais no CCIF/UMAR

HOJE, 9 de ABRIL no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR)!

Sessão sobre FEMINISMO ANTI-COLONIAL na Semana do Apartheid Israelita 2018 em Portugal, com activista palestiniana Shahd Wadi e Âurea Mouzinho do colectivo Feminista Ondjango, de Angola. IMPERDÍVEL!

Este painel visa discutir o feminismo anti-colonial, necessário para combater o machismo e o racismo em nossa sociedade atual. O foco da discussão será a luta proveniente de mulheres com origem palestiniana e angolana, unidas por um feminismo interseccional!feminismo anti-colonial na UMAR

Vídeo com imagens captadas por um drone que ilustram o massacre de Março de 2018, junto à fronteira de Israel-Gaza.

Evento, aqui. Entrada livre!

O CCIF/UMAR fora de portas! Nos próximos dias 6, 7 e 8 de Abril em Santiago de Compostela, Galiza!

Pelo segundo ano consecutivo, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR),  através da nossa associação, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, participa na organização dos Encontros Itinerantes de Mulheres da Lusofonia. Mulheres, Territórios e Memórias. Em 2017, o I Encontro de Mulheres da Lusofonia decorreu em Vilar de Santos, concelho de Ourense (Galiza) e este ano será em Santiago de Compostela, também na Galiza.

II ENCONTRO MULHERES DA LUSOFONIA (1).jpg

As entidades organizadoras do II Encontro de Mulheres da Lusofonia: Mulheres, territórios e memórias são a Academia Galega da Língua Portuguesa, a Associação Pró-AGLP, e a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta. O encontro visa criar uma rede plural feminista de mulheres do espaço lusófono, potenciando um entrecruzamento de diálogos, de experiências e de conhecimento.

O II Encontro Mulheres da Lusofonia conta com o apoio da

  • Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa dos Observadores Consultivos da CPLP
  • Concelho de Santiago de Compostela
  • Livraria Lila de Lilith – Santiago de Compostela
  • Museu do Aljube. Resistência e Liberdade – Lisboa
  • Projeto Cárcere – Corunha/Galiza
  • Marcha Mundial das Mulheres-Galiza
  • Plataforma Feminista Galega
  • Ondjango Feminista – Angola
  • Fórum Mulher – Moçambique

O programa (infra) reflete o carácter feminista, anticolonial e internacionalista destes encontros de mulheres dos países de expressão portuguesa.

A entrada é livre, sujeita a inscrição (gratuita) para mulhereslusofonia@gmail.com

PROGRAMA:

Programa II Encontro_ final

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta participará no painel Entre o Ativismo e a Pesquisa. Mulheres na Resistência (com a participação do nosso projeto Memória e Feminismos e no painel Feminismos no Espaço Lusófono. Estará ainda nas mesas de abertura e de encerramento.

Mais informação em: http://www.facebook.com/mulheresdalusofonia

Contamos convosco e/ou com a vossa divulgação! Obrigada!

 

SÁB, 24 Março, 15h00 // Sessão Múltiplas Discriminações: Mulheres Ciganas

Mulheres Ciganas é o tema da terceira sessão do ciclo Múltiplas Discriminações que o Projecto Memória e Feminismos da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta está a organizar ao longo de 2018 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa.

Esta tertúlia decorrerá no Sábado, 24 de Março às 15h00 e contará com a participação de três activistas ciganas, de duas das principais associações de mulheres ciganas no país: a AMUCIP e o recente Centro ROMI.

Mulheres Ciganas 24032018

O que significa ser hoje uma mulher cigana em Portugal? Haverá diferenças na percepção do racismo, discriminação e oportunidades nestas mulheres? Será o tratamento recebido semelhante? O que falta (ou não) conquistar? Estas e outras questões relativas às identidades e direitos serão certamente abordadas neste espaço.

Entrada livre. Evento, aqui.