TER, 16 de Maio, 18h30 // Exibição do Documentário #Resistência

Na semana em que o afastamento de Dilma Rousseff completa um ano, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e a Universidade Feminista organizam uma sessão de exibição no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa, Alcântara, do recém-lançado documentário brasileiro #Resistência, na próxima 3.ª feira, 16 de Maio às 18h30.

O filme, de 55 minutos, conta a história das ocupações político-culturais que ocorreram em todo país, imediatamente após a votação ocorrida na Câmara dos Deputados, que consagrou o golpe de Estado de 2016 com a votação que ditou o afastamento da primeira mulher eleita presidenta do Brasil, Dilma Rousseff.

#Resistência seguiu durante meses as manifestações e os movimentos de ocupação de edifícios públicos pela exigência de direitos constitucionais (como cultura, educação, igualdade de género e democratização dos media) de resposta a este processo do golpe, que culminou com o impeachment de Dilma Rousseff e seu vice, Michel Temer, tomando posse como presidenta do Brasil.

Entrada livre.

Evento: Exibição do Filme #Resistência no CCIF/UMAR

#ForaTemer #FeministasContraoGolpe

 

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Esta semana no CCIF/UMAR! QUI, 4 Maio: Apresentação do livro “As Sem-Abrigo de Lisboa” | SÁB, 6 Maio: Workshop “Autodefesa para Mulheres”

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e o seu Centro de Cultura e Intervenção Feminista têm o prazer de convidar para a próxima 5.ª feira, 4 de Maio às 18h30 para a sessão de apresentação do livro “As Sem Abrigo de Lisboa: Mulheres que Sonham com uma Casa” com a presença da autora, Ana Ferreira Martins e de Elisabete Brasil, directora executiva da UMAR para a área da violência de género. Entrada livre!

As Sem Abrigo de Lisboa

Relembramos que no Sábado, 6 de Maio entre as 10h00 e as 12h30 terá lugar a 2.ª edição do Workshop de Autodefesa para Mulheres. Inscrições abertas até 3 de Maio para o e-mail: centroculturafeminista@gmail.com . Valor 5 defesas.

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Saudações feministas da UMAR!

Workshops de Autodefesa para Mulheres no CCIF/UMAR

Serão dinamizados no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara (Lisboa) nos Sábados 22 de Abril e 6 de Maio, entre as 10h00 e as 12h30, dois Workshop de Autodefesa para Mulheres.

As vagas para o workshop de dia 22 de Abril já esgotaram mas estão abertas as inscrições para o 2.º workshop a realizar-se no Sábado 6 de Maio entre as 10h00 e as 12h30, para o e-mail: centroculturafeminista@gmail.com

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Instrutor: Caio Novaes da Rounds Academy – Rua Prof. Gomes Teixeira, 19, Lisboa. É também investigador no CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia.

Valor: 5 “defesas” | Máximo: 16 participantes | Evento no Facebook

Apoiar gratuitamente a UMAR!

De 1 de Abril a 31 de Maio 2017, decorre o período de entrega de declarações de IRS para todo o tipo de rendimentos. E sabia que nessa declaração pode apoiar a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta doando, sem quaisquer custos para si, 0,5% do seu IRS ou 15% do IVA suportado?

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Apenas tem de inserir o NIF da UMAR 501 056 246 no Anexo H, Modelo 3, campo 1101 (Instituições particulares de solidariedade social ou pessoas colectivas de utilidade pública) do Quadro 11.

É uma oportunidade de, gratuitamente, apoiar o trabalho da UMAR na luta contra a Violência de Género e nas Relações de Intimidade, a promoção dos Direitos Humanos das Mulheres e a Igualdade de Género, a Prevenção da Violência nas escolas, os Direitos Sexuais e Reprodutivos e tantas outras lutas feministas em que a UMAR se envolve activa e comprometidamente desde 1976.

Não custa nada esta doação e assim poderemos prosseguir mais eficaz e amplamente, o nosso trabalho em prol de uma sociedade mais justa e feminista. Muito obrigada!

O CCIF/UMAR na Galiza

Desta vez o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) irá viajar até à Galiza para participar e dinamizar duas sessões neste I Encontro de Mulheres da Lusofonia: uma comunicação sobre o projecto Memórias e Feminismos e outra sobre construção identitária, a decorrer nos dias 18 e 19 de Março no Museu da Límia em Vilar de Santos- Galiza (próximo de Montalegre).

Este encontro convida mulheres que no activismo associativo, cívico, académico ou criativo, têm desenvolvido actividades nos âmbitos territoriais da lusofonia, promovendo valores e boas-práticas democráticas, pós-coloniais, feministas, anti-racistas e/ou ambientalistas.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta assinará um protocolo de cooperação com a Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa (Pró-AGLP) e apresentará 2 comunicações, uma sobre construção identitária no contexto da lusofonia e outra sobre o projecto desenvolvido pela UMAR, Memória e Feminismos, financiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que desde 2013 recolhe histórias de vida de várias mulheres pelo país, e que já vai na sua 5.ª edição: “Memórias e Feminismos V – A voz das feministas num percurso de 40 anos”.

I Encontro Mulheres Lusófonas

QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “As Luas dum Caracol” de Margarida Bom no CCIF/UMAR

 

Na 5.ª feira 15 de Dezembro, a partir das 18H30, Eduarda Ferreira apresentará no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) o livro “As Luas dum Caracol” de Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva.

Lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens que ecoam num livro colorido e vibrante.

A autora estará presente no evento. Entrada Livre!

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QUA, 7 DEZ. 18h30 // Projecção do Documentário Casablanca Calling

 

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A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos convida para a sessão de projecção do premiado documentário “Casablanca Calling” da realizadora britânica Rosa Rogers a ter lugar no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa (Alcântara) na próxima 4.ª feira, 7 de Dezembro às 18h30.

Este filme trata sobre uma nova geração de mulheres em Marrocos que lutam pela emancipação das mulheres, pelo direito à educação das meninas e raparigas e contra o casamento precoce.

Filme produzido pela Redbird, ITVS, Al Jazeera Documentaries e Cocottes Minute. Vencedor do Prémio One World Media Award 2015, Women’s Rights in Africa.

Ver trailer, aqui. Filme em árabe, legendado em inglês.

SINOPSE: Casablanca Calling é a história de uma tranquila revolução social em Marrocos. Em um país onde mais de 60% das mulheres nunca foram à escola, uma nova geração de mulheres começou a trabalhar como líderes muçulmanas.

Casablanca Calling segue três destas líderes “Morchidat” – Hannane, Bouchra e Karima – e como elas se propuseram a mudar o seu país, começando ao nível da rua. Elas vão para as mesquitas, escolas, casas, orfanatos, prisões e campo. Apoiam a educação das mulheres e das raparigas; fazem campanhas contra o casamento precoce e incentivam as/ os jovens a construir um Marrocos melhor.

Mais informações no site oficial: http://www.casablancacalling.com

Contamos com a tua presença e/ou divulgação!                                                                             Saudações feministas da UMAR

Dezembro no CCIF/UMAR!

Dezembro está a começar e a nossa programação promete! Teremos três actividades culturais no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) ainda na 1.ª quinzena, nos dias 4, 7 e 15 de Dezembro.

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DOM, 4 DEZ 17h00 // Lançamento e apresentação do livro dos 40 Anos da UMAR: Construindo os Feminismos, Desafiando o Futuro. Além de fotos e dados ilustrativos das várias fases e lutas da associação, o livro conta com 41 testemunhos de associadas de diferentes gerações e regiões, cruzando experiências e perspectivas feministas. Feminismos em diálogo nos 40 anos da UMAR! Entrada Livre.

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Pormenor da capa do livro comemorativo dos 40 anos da UMAR

QUA, 7 DEZ. 18h30 // Projecção do Documentário Casablanca Calling, de Rosa Rogers Filme sobre uma nova geração de mulheres em Marrocos que lutam pela emancipação das mulheres, pelo direito à educação das meninas e raparigas e contra o casamento precoce. Filme vencedor do Prémio One World Media Award 2015, Women’s Rights in Africa.                 Iniciativa da UMAR com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos. Entrada Livre.

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QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “Das Luas dum Caracol” de Margarida Bom Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva, lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens. Entrada Livre!

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Contamos contigo para estas iniciativas de Dezembro, dias 4, 7 e 15.

Mais informações no nosso evento no Facebook. Saudações feministas da UMAR!

 

 

SEX, 18 de NOV. 18h30 // Apresentação do novo Livro “A Gorda” da escritora Isabela Figueiredo

Amanhã, 18 de novembro, às 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), teremos o enorme prazer de estar com Isabela Figueiredo na apresentação do seu romance “A Gorda” recém-publicado pela Caminho. Este romance tem obtido excelentes críticas, nomeadamente no artigo publicado por Carla Macedo esta semana (16.11.2016) no Delas.pt, intituladoLemos ‘A Gorda’ e adorámos! Saiba por que razão tem de ler este livro do qual deixamos alguns excertos:

“Isabela Figueiredo, a autora de ‘A Gorda’ nasceu em Lourenço Marques (hoje Maputo), antes da independência das Colónias portuguesas em África. Maria Luísa, a personagem principal deste romance acabado de publicar pela Caminho também. Há mais coisas em comum entre ambas, muitas mesmo. São ambas professoras, escrevem, foram jornalistas, têm um blogue. E há, claro, a questão do peso: foram ambas gordas. (…)

O que é inesperado e em ‘A Gorda’ e surpreendente até ao fim é o retrato interior de, pelo menos, uma geração. (…)


isabela_figueiredoEm ‘A Gorda’ os tempos misturam-se como se costumam ligar na memória. O romance começa no fim quando a personagem principal já não é gorda, já fez a gastrectomia que a pôs a sopas e caldos e a fez emagrecer, mas as marcas do passado enquanto gorda ainda estão todas inscritas na autonarrativa de Maria Luísa.(…)

Fundamentalmente, qualquer mulher, provavelmente cada homem, se consegue relacionar com partes ou mesmo com o todo desta história. A recuperação de cenários como os bairros de barracas à porta dos bairros suburbanos, dos objetos do quotidiano como o passe L123 ou as motas Casal, de momentos históricos na vida doméstica como a instalação do telefone nos anos 80 ou a entrada para a faculdade do filho único das classes operárias fazem de ‘A Gorda’ um romance de época do pós-Colonialismo, cheio daquilo que o País é.”

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Contamos contigo para um final de tarde especial.

Entrada livre!