QUI, 12 Abril, 18h30 no CCIF/UMAR | Corpos na Trouxa. Histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio

Na próxima 5.ª feira, 12 de Abril às 18h30 teremos​ no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) a sessão de apresentação do livro da activista palestiniana e investigadora em Estudos Feministas, Shahd Wadi “Corpos na Trouxa. Histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio” por Isabel Allegro de Magalhães, com a presença da autora.

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Evento, aqui. Entrada livre.

O ano de 2018 marca 70 anos desde a Nakba – a “catástrofe”, que resultou na expulsão de mais de 700.000 pessoas palestinianas dos seus lares, motivada pela criação do Estado de Israel.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta é uma das organizações parceiras de uma série de encontros durante a primeira quinzena de Abril, inseridos no contexto da Semana do Apartheid Israelita (http://apartheidweek.org/), a fim de conscientizar sobre o sistema de apartheid de Israel sobre o povo palestiniano e construir apoio para o Movimento de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS).

Semana Anti-Apartheid Israelita 2018Saudações feministas da UMAR

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O CCIF/UMAR fora de portas! Nos próximos dias 6, 7 e 8 de Abril em Santiago de Compostela, Galiza!

Pelo segundo ano consecutivo, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR),  através da nossa associação, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, participa na organização dos Encontros Itinerantes de Mulheres da Lusofonia. Mulheres, Territórios e Memórias. Em 2017, o I Encontro de Mulheres da Lusofonia decorreu em Vilar de Santos, concelho de Ourense (Galiza) e este ano será em Santiago de Compostela, também na Galiza.

II ENCONTRO MULHERES DA LUSOFONIA (1).jpg

As entidades organizadoras do II Encontro de Mulheres da Lusofonia: Mulheres, territórios e memórias são a Academia Galega da Língua Portuguesa, a Associação Pró-AGLP, e a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta. O encontro visa criar uma rede plural feminista de mulheres do espaço lusófono, potenciando um entrecruzamento de diálogos, de experiências e de conhecimento.

O II Encontro Mulheres da Lusofonia conta com o apoio da

  • Comissão Temática de Promoção e Difusão da Língua Portuguesa dos Observadores Consultivos da CPLP
  • Concelho de Santiago de Compostela
  • Livraria Lila de Lilith – Santiago de Compostela
  • Museu do Aljube. Resistência e Liberdade – Lisboa
  • Projeto Cárcere – Corunha/Galiza
  • Marcha Mundial das Mulheres-Galiza
  • Plataforma Feminista Galega
  • Ondjango Feminista – Angola
  • Fórum Mulher – Moçambique

O programa (infra) reflete o carácter feminista, anticolonial e internacionalista destes encontros de mulheres dos países de expressão portuguesa.

A entrada é livre, sujeita a inscrição (gratuita) para mulhereslusofonia@gmail.com

PROGRAMA:

Programa II Encontro_ final

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta participará no painel Entre o Ativismo e a Pesquisa. Mulheres na Resistência (com a participação do nosso projeto Memória e Feminismos e no painel Feminismos no Espaço Lusófono. Estará ainda nas mesas de abertura e de encerramento.

Mais informação em: http://www.facebook.com/mulheresdalusofonia

Contamos convosco e/ou com a vossa divulgação! Obrigada!

 

SEX, 18 de NOV. 18h30 // Apresentação do novo Livro “A Gorda” da escritora Isabela Figueiredo

Amanhã, 18 de novembro, às 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), teremos o enorme prazer de estar com Isabela Figueiredo na apresentação do seu romance “A Gorda” recém-publicado pela Caminho. Este romance tem obtido excelentes críticas, nomeadamente no artigo publicado por Carla Macedo esta semana (16.11.2016) no Delas.pt, intituladoLemos ‘A Gorda’ e adorámos! Saiba por que razão tem de ler este livro do qual deixamos alguns excertos:

“Isabela Figueiredo, a autora de ‘A Gorda’ nasceu em Lourenço Marques (hoje Maputo), antes da independência das Colónias portuguesas em África. Maria Luísa, a personagem principal deste romance acabado de publicar pela Caminho também. Há mais coisas em comum entre ambas, muitas mesmo. São ambas professoras, escrevem, foram jornalistas, têm um blogue. E há, claro, a questão do peso: foram ambas gordas. (…)

O que é inesperado e em ‘A Gorda’ e surpreendente até ao fim é o retrato interior de, pelo menos, uma geração. (…)


isabela_figueiredoEm ‘A Gorda’ os tempos misturam-se como se costumam ligar na memória. O romance começa no fim quando a personagem principal já não é gorda, já fez a gastrectomia que a pôs a sopas e caldos e a fez emagrecer, mas as marcas do passado enquanto gorda ainda estão todas inscritas na autonarrativa de Maria Luísa.(…)

Fundamentalmente, qualquer mulher, provavelmente cada homem, se consegue relacionar com partes ou mesmo com o todo desta história. A recuperação de cenários como os bairros de barracas à porta dos bairros suburbanos, dos objetos do quotidiano como o passe L123 ou as motas Casal, de momentos históricos na vida doméstica como a instalação do telefone nos anos 80 ou a entrada para a faculdade do filho único das classes operárias fazem de ‘A Gorda’ um romance de época do pós-Colonialismo, cheio daquilo que o País é.”

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Contamos contigo para um final de tarde especial.

Entrada livre!

 

Universidade Feminista em Diálogo: chamada de comunicações livres

Chamada à participação de comunicações livres da Universidade Feminista para sessão no sábado, 12 de Novembro no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR).

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Todas/os interessadas/os poderão enviar uma proposta (máximo 300 palavras) para virem partilhar as suas ideias, trabalhos, questões. As participações podem ser feitas em formatos diversos (comunicações, performances, vídeos, posters, …).

As comunicações podem ser feitas por videoconferência com recurso ao Skype, possibilitando a participação de quem não está em Lisboa. 

Data limite para envio de propostas: 17 Outubro (enviar para universidadefeminista@gmail.com)

Entrada Livre – com possibilidade de almoço a 10€

Comemoração do 40.º Aniversário da UMAR – 12 de Setembro no CCIF/UMAR

Na próxima 2.ª feira, 12 de Setembro, a partir das 18h00, vamos estar juntas/os para comemorar os 40 anos da nossa associação feminista UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, com um encontro no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa.

Durante o convívio será apresentado um pequeno vídeo da história da UMAR e será lançada a Agenda Feminista 2017, entre outras surpresas.

Agradecemos, se possível, que as presenças sejam confirmadas para o e-mail umarfeminismos@gmail.com. Obrigada!

Saudações feministas da UMAR

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O Feminismo em Portugal está de Luto

Faleceu, no dia 3 de Setembro, uma das mentes mais brilhantes do feminismo em Portugal – Maria Isabel Barreno. A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta lamenta profundamente a sua morte e compromete-se a que lhe seja feita uma grande homenagem, que não foi possível fazer em vida. Escritora, feminista, investigadora, autora de mais de 20 títulos e co-autora das Novas Cartas Portuguesas, Maria Isabel Barreno deixou-nos uma obra marcante, escrita ainda antes das Novas Cartas.
Esse livro, infelizmente pouco conhecido, chama-se “A morte da mãe”. Nada melhor do que colocar neste texto, as suas palavras escritas nesse livro, como forma de a recordar e de expressar o sentimento de enorme admiração que temos para com ela.

Querida Maria Isabel Barreno,                                                                                             Obrigada pela obra que nos deixaste.                                                                                          Obrigada pela tua enorme solidariedade feminista.                                                              Até sempre!                                                                                                                                          A direção da UMAR

Do livro A morte da mãe, Lisboa, Editorial Caminho, 1989: “As mulheres continuam ocultas. Já muito se tem falado sobre elas: as coisas mudaram, num sentido e numa quantidade que há dez ou quinze anos seria impensável. No entanto, a maioria do que se diz e empreende relativamente às mulheres fica ainda numa margem relativamente superficial: na margem da funcionalidade, do estreitamente económico; nas margens de um sistema social que não quer, profundamente alterar-se”. (p.11)
“Explicaram-me primeiro que as mulheres têm ficado quase sempre em casa fazendo filhos e tricot; explicaram-me depois, com a grande paciência com que sempre fui tratada, que, quando se dizia homem, as palavras deviam ser vistas com maiúsculas, Homem, e que se pretendia com isso significar o ser humano, e todas as importantes coisas com ele relacionadas.
Mas, porque ficaram as mulheres em casa? E porque desapareceram elas nessa sombra linguística? Perguntei várias vezes sem que me tivessem dado resposta. Crescida, adulta, o meu filho, pequeno perguntou-me: “Mãe é verdade que os homens fazem tudo?”
A História dos homens está nos livros; mas a história das mulheres só é decifrável ao longo da cada vida”. (p.18)
Na foto, está Maria Isabel Barreno abraçando Maria Teresa Horta, sua grande companheira e amiga, no dia 13 de Abril de 2012 enquanto oradora no debate “Que causas para a opressão e ocultação histórica das mulheres?” promovido pela UMAR no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em que foi revisitado o seu livro “A Morte da Mãe”.
Sempre disponível a colaborar com a nossa associação, participou em outros momentos da vida da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, tendo sido, nomeadamente:
  • uma feministas por nós homenageada no Jantar de Homenagem às Feministas dos Anos 1970/80, realizado em 2006 no Mercado da Ribeira;
  • estando como oradora no programa do Congresso Feminista 2008;
  • uma das homenageadas a 17 de Dezembro de 2011, aquando do baptismo do jardim do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) de “Jardim As Três Marias”, momento inserido no ciclo “Leituras Imparáveis – Um dia com as Novas Cartas Portuguesas”;
  • autora do prefácio da 1.ª edição dos “Percursos Feministas – Desafiar os Tempos”, publicado pela Universidade Feminista e lançado no CCIF/UMAR a 8 de Março de 2015.

 

CCIF no Câmara Clara (2)

Ao minuto 2:30, Isabel Barreno fala sobre a iniciativa desta sexta-feira, e Joana Sales apresenta o Centro de Cultura e Intervenção Feminista.

Clicar na imagem, para ver o vídeo.

Lembramos que as inscrições para o jantar que se segue ao debate devem ser feitas até amanhã, às 17h. 8€ prato e bebida.

Leituras Imparáveis nos média

Cultura – Notícia SAPO – SAPO Notícias
O Centro de Cultura e Intervenção Feminista inicia a 16 de dezembro o ciclo ” Leituras Imparáveis” com “um dia com as ‘Novas Cartas Portuguesas'”, de Maria
noticias.sapo.ao/lusa/artigo/13489813.html

 

Agenda de fim-de-semana | iOnline
Centro de cultura e intervenção feminista, Lisboa às 02h; entrada livre. É a dupla da canção de intervenção satírica, de boa disposição e frases decididas.
www.ionline.pt/boa-vida/agenda-fim-semana-9

 

“Leitura Imparáveis – Um dia com as Novas Cartas Portuguesas” no
“Leitura Imparáveis – Um dia com as Novas Cartas Portuguesas” no Centro de Cultura e Intervenção Feminista.
www.noticiasgrandelisboa.com/calendario/2383.aspx

Feminismos e o CCIF na RTP2

Clicar na imagem, para ver o vídeo.

Com a presença da poeta Ana Luísa Amaral, o programa de Paula Moura Pinheiro – Câmara Clara-, de ontem foi dedicado aos feminismos, com direito a referência à inauguração do CCIF e à sua “excelente programação cultural”. Em Dezembro, Ana Luísa Amaral estará no CCIF, na iniciativa “Leituras Imparáveis – Um dia com as Novas Cartas Portuguesas”, em que, ao longo de um dia (a começar a 16 de Dezembro e a terminar a 17)  realizaremos performances, exposições, leituras ininterruptas, debates e filmes dedicados a esta obra marcante para a literatura portuguesa e para o movimento feminista em particular. Parceria do projecto Novas Cartas Portuguesas – 40 anos depois, coordenado por Ana Luísa Amaral.