Workshops de Autodefesa para Mulheres no CCIF/UMAR

Serão dinamizados no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara (Lisboa) nos Sábados 22 de Abril e 6 de Maio, entre as 10h00 e as 12h30, dois Workshop de Autodefesa para Mulheres.

As vagas para o workshop de dia 22 de Abril já esgotaram mas estão abertas as inscrições para o 2.º workshop a realizar-se no Sábado 6 de Maio entre as 10h00 e as 12h30, para o e-mail: centroculturafeminista@gmail.com

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Instrutor: Caio Novaes da Rounds Academy – Rua Prof. Gomes Teixeira, 19, Lisboa. É também investigador no CRIA – Centro em Rede de Investigação em Antropologia.

Valor: 5 “defesas” | Máximo: 16 participantes | Evento no Facebook

Apoiar gratuitamente a UMAR!

De 1 de Abril a 31 de Maio 2017, decorre o período de entrega de declarações de IRS para todo o tipo de rendimentos. E sabia que nessa declaração pode apoiar a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta doando, sem quaisquer custos para si, 0,5% do seu IRS ou 15% do IVA suportado?

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Apenas tem de inserir o NIF da UMAR 501 056 246 no Anexo H, Modelo 3, campo 1101 (Instituições particulares de solidariedade social ou pessoas colectivas de utilidade pública) do Quadro 11.

É uma oportunidade de, gratuitamente, apoiar o trabalho da UMAR na luta contra a Violência de Género e nas Relações de Intimidade, a promoção dos Direitos Humanos das Mulheres e a Igualdade de Género, a Prevenção da Violência nas escolas, os Direitos Sexuais e Reprodutivos e tantas outras lutas feministas em que a UMAR se envolve activa e comprometidamente desde 1976.

Não custa nada esta doação e assim poderemos prosseguir mais eficaz e amplamente, o nosso trabalho em prol de uma sociedade mais justa e feminista. Muito obrigada!

O CCIF/UMAR na Galiza

Desta vez o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) irá viajar até à Galiza para participar e dinamizar duas sessões neste I Encontro de Mulheres da Lusofonia: uma comunicação sobre o projecto Memórias e Feminismos e outra sobre construção identitária, a decorrer nos dias 18 e 19 de Março no Museu da Límia em Vilar de Santos- Galiza (próximo de Montalegre).

Este encontro convida mulheres que no activismo associativo, cívico, académico ou criativo, têm desenvolvido actividades nos âmbitos territoriais da lusofonia, promovendo valores e boas-práticas democráticas, pós-coloniais, feministas, anti-racistas e/ou ambientalistas.

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta assinará um protocolo de cooperação com a Associação Cultural Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa (Pró-AGLP) e apresentará 2 comunicações, uma sobre construção identitária no contexto da lusofonia e outra sobre o projecto desenvolvido pela UMAR, Memória e Feminismos, financiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que desde 2013 recolhe histórias de vida de várias mulheres pelo país, e que já vai na sua 5.ª edição: “Memórias e Feminismos V – A voz das feministas num percurso de 40 anos”.

I Encontro Mulheres Lusófonas

QUA, 7 DEZ. 18h30 // Projecção do Documentário Casablanca Calling

 

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A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos convida para a sessão de projecção do premiado documentário “Casablanca Calling” da realizadora britânica Rosa Rogers a ter lugar no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa (Alcântara) na próxima 4.ª feira, 7 de Dezembro às 18h30.

Este filme trata sobre uma nova geração de mulheres em Marrocos que lutam pela emancipação das mulheres, pelo direito à educação das meninas e raparigas e contra o casamento precoce.

Filme produzido pela Redbird, ITVS, Al Jazeera Documentaries e Cocottes Minute. Vencedor do Prémio One World Media Award 2015, Women’s Rights in Africa.

Ver trailer, aqui. Filme em árabe, legendado em inglês.

SINOPSE: Casablanca Calling é a história de uma tranquila revolução social em Marrocos. Em um país onde mais de 60% das mulheres nunca foram à escola, uma nova geração de mulheres começou a trabalhar como líderes muçulmanas.

Casablanca Calling segue três destas líderes “Morchidat” – Hannane, Bouchra e Karima – e como elas se propuseram a mudar o seu país, começando ao nível da rua. Elas vão para as mesquitas, escolas, casas, orfanatos, prisões e campo. Apoiam a educação das mulheres e das raparigas; fazem campanhas contra o casamento precoce e incentivam as/ os jovens a construir um Marrocos melhor.

Mais informações no site oficial: http://www.casablancacalling.com

Contamos com a tua presença e/ou divulgação!                                                                             Saudações feministas da UMAR

Dezembro no CCIF/UMAR!

Dezembro está a começar e a nossa programação promete! Teremos três actividades culturais no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) ainda na 1.ª quinzena, nos dias 4, 7 e 15 de Dezembro.

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DOM, 4 DEZ 17h00 // Lançamento e apresentação do livro dos 40 Anos da UMAR: Construindo os Feminismos, Desafiando o Futuro. Além de fotos e dados ilustrativos das várias fases e lutas da associação, o livro conta com 41 testemunhos de associadas de diferentes gerações e regiões, cruzando experiências e perspectivas feministas. Feminismos em diálogo nos 40 anos da UMAR! Entrada Livre.

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Pormenor da capa do livro comemorativo dos 40 anos da UMAR

QUA, 7 DEZ. 18h30 // Projecção do Documentário Casablanca Calling, de Rosa Rogers Filme sobre uma nova geração de mulheres em Marrocos que lutam pela emancipação das mulheres, pelo direito à educação das meninas e raparigas e contra o casamento precoce. Filme vencedor do Prémio One World Media Award 2015, Women’s Rights in Africa.                 Iniciativa da UMAR com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos. Entrada Livre.

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QUI, 15 DEZ. 18h30 // Apresentação do livro “Das Luas dum Caracol” de Margarida Bom Mar Bom, “nome de guerra” de Maria Margarida Bom Silva, lisboeta dos quatro costados, cidadã e exploradora do mundo por vocação, com muito caminho de vida palmilhado, encerra um ciclo de 18 anos resgatando vivências e miragens. Entrada Livre!

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Contamos contigo para estas iniciativas de Dezembro, dias 4, 7 e 15.

Mais informações no nosso evento no Facebook. Saudações feministas da UMAR!

 

 

QUA, 13 de Julho, 18h30 // Sessão “Olhares feministas sobre a crise dos refugiados”

Venham reflectir e debater connosco no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) na próxima 4.ª Feira, 13 de Julho pelas 18h30, sobre o tema “Olhares feministas sobre a crise dos refugiados”.
Participação de: Ana Luísa Rodrigues (RTP) e de Carolina Moreira (Marcha Mundial das Mulheres).

Uma iniciativa da Universidade Feminista

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QUI, 23 Junho | 18h00 | Tertúlia Gestação de Substituição

Na próxima 5.ª feira, 23 de Junho, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, associação que tem como missão defender os direitos das mulheres nas leis e na vida, o que passa também pela informação e esclarecimento, promove uma Tertúlia sobre Gestação de Substituição na sua sede nacional / Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), para ajudar a esclarecer dúvidas sobre este tema, debatido este ano no parlamento e cuja proposta aprovada foi vetada no início deste mês pelo actual Presidente da República.

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Mais informações, no evento do Facebook.

Saudações feministas da UMAR.

QUA, 15 de Junho 18h30 // Sessão-Debate Feminismos, Movimento LGBT e Activismo Queer

Em vésperas da 17.ª Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa na qual a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta participará, a Universidade Feminista sinalizará este mês com a realização de uma sessão-debate sobre Feminismos, Movimento LGBT e Activismo Queer.

O evento decorrerá na 4.ª feira, 15 de Junho pelas 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) com as participações de:

– Alice Cunha (Colectivo Lóbula)
– Alexa Santos (Queering Style)
– Ana Cristina Santos (CES – Universidade de Coimbra)
– Isabel Advirta (ILGA Portugal)
– Moderação: Luísa Rego

Entrada livre com inscrição prévia para: universidadefeminista@gmail.com

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TER, 24 Maio, 18h30 // Sessão Género e Comunicação

Na próxima 3.ª feira, 24 de Maio pelas 18h30, terá lugar no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) mais uma sessão da Universidade Feminista, este mês dedicada ao género e à comunicação. Este evento contará com a participação de:

  • Diana Andringa
  • Rosangela Ferreira Borges
  • Silvana Mota Ribeiro
  • Moderação: Carla Cerqueira

Entrada livre, com inscrição prévia para:universidadefeminista@gmail.com

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SÁB-DOM, 14-15 Maio | CCIF/UMAR | Oficina de TEATRO DA OPRIMIDA – Arco Íris do Desejo

No próximo fim-de-semana, dias 14 e 15 de Maio, haverá no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa, uma oficina de Teatro da Oprimida, promovida pela Marcha Mundial das Mulheres Portugal, à qual a UMAR pertence.

A facilitadora é Luciana Talamonti, que já fez Teatro das Oprimidas numa prisão argentina, na Palestina (com refugiadas, mulheres vítimas de violência etc.), com italianas e migrantes na Casa delle Donne de Modena. Participa na rede internacional Madalenas.

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“DIS-TINTAS, CORES PARA TRANS-FORMAR”

Os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais, será que servem para transformar a sociedade?

Augusto Boal dizia que os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais e que um verdadeiro cidadão tem que tentar transformar a sociedade.
É evidente que a sociedade ocidental está tornando-se cada vez mais individualista. Nela já não se fala de luta de classes, @s trabalhador@s já não se vêem como um conjunto, mas apenas como indivíduos com contratos particulares. A ideia do self-made man norte-americano segundo a qual cada um e cada uma pensa por si própri@ e receia as consequências dos próprios actos individuais parece ser o único paradigma possível. Sendo assim, o envolvimento político dos cidadãos europeus é cada vez menor também porque a palavra política é muitas vezes interpretada como corrupção e considerada sinónimo de máximos poderes inalcançáveis… um palavrão!

Não conseguindo encontrar as verdadeiras causas das opressões – que na realidade são sociais – consideramo-nos nós mesm@s as culpadas ou os culpados das nossas frustrações. Paralelamente, estão a aumentar os distúrbios psicológicos e o uso dos psicofármacos, também nas crianças. Segundo o modelo dominante os “loucos” são pessoas perigosas e nós temos que ser sempre fortes, equilibrad@s, sem mostrar fraquezas. Parecemos ser consumidores anestesiados e acríticos mais que cidadãos, por isso voltar à ideia de cidadania de Boal parece algo utópico…
Neste contexto geral existem alternativas como o pensamento feminista, a “sororidade”. As ferramentas críticas que nos oferecem permitem-nos reconhecermo-nos de forma diferente da lógica hetero-normativa patriarcal que nos quer controlar através de várias mistificações (o pecado original, a histeria, o mito do corpo das mulheres como objecto de culto e de troca, etc.).
Se o pensamento filosófico-científico das classes dominantes levou a tudo isto, como será possível transformar a sociedade sem pô-lo em discussão?

Aproveito a oportunidade desta oficina para propor um laboratório em que, usando o “Arco-íris do desejo” se trabalhe sobre as opressões sociais de forma política encontrando estratégias de transformação.

A oficina é gratuita com OFERTA LIVRE para a facilitadora. 

Durará 2 dias, dias 14 e 15 de MAIO, 8 horas cada, e poderá terminar com uma acção pública colectiva. 

Inscrições para:  serenacacchioli@gmail.com