Qui, 27 Março, 18h30 // Le féminisme change-t-il nos vies?

Na próxima 5ª feira, dia 27 de Março pelas 18h30, decorrerá no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) uma conferência com a historiadora Delphine Gardey, directora de Estudos de Género do departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Económicas e Sociais da Universidade de Genebra.

O título da conferência, “Le féminisme change-t-il nos vies?” refere-se a um dos seus últimos livros, de 2011.

Mais informações sobre Delphine Gardey aqui. A entrada é livre.

Delphine Gardey
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Qua, 19 Março 18h30 // Intergeracionalidade dos Feminismos – workshop

Amanhã a Rede de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens dinamizará no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) um workshop sobre a intergeracionalidade dos feminismos.

Este workshop realiza-se dentro da programação prevista da Universidade Feminista  com a perspetiva de juntar num debate gerações mais antigas e gerações mais jovens, para saber “que causas têm sentido para as mulheres no mundo actual”. Participa!

intergeracionalidade feminimos

Dom, 9 Março 15h // Lutar contra os estereótipos raciais

Este Domingo, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) receberá a palestra/diálogo “Lutar contra os estereótipos raciais: descolonizar a mente e consciência negra” num momento em que se vê como imperioso discutir o racismo num contexto de consciência negra em Portugal.

Vários temas serão abordados e debatidos como: conceito de raça e eurocentrismo; estereótipos raciais da/o africana/o; consequências da manutenção de estereótipos raciais em termos de desigualdades sociais; poder visual para ensinar a ordem racial e manter estruturas de poder intactas.

A oradora Elisabete Cátia Suzana é uma feminista negra baseada em Estocolmo, Suécia. É presidente da SAFE,  forum feminista negro da Suécia. Actualmente trabalha na universidade de Uppsala (Suécia).

O seu trabalho insere-se nos estudos críticos de raça e estudos críticos da branquitude (critical whiteness studies) sempre sob uma perspectiva interseccional.

 
feminismo negro