Fotos do 39.º Aniversário da UMAR (1976-2015)!

No passado dia 12 de Setembro, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) acolheu uma festa de aniversário da UMAR – União de  Mulheres Alternativa e Resposta com um convívio animado pela actuação do grupo musical Ars Nova de Manhouce. Ars Nova significa “Arte Nova” e conta com as jovens e muito promissoras vozes de Adriana Gomes, Ana Rita, Susana Alves e Cíntia Gomes e com a direcção musical de António Alexandrino.

Neste evento, foi também constituída a comissão promotora da comemoração dos 40 anos da UMAR para o próximo ano.

Mais informação e fotografias deste evento em: https://www.facebook.com/CentroCulturaFeministaCCIFUMAR

2016 será mais um marco importante da história da nossa associação, fundada em 1976!

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SÁB, 14 de Fevereiro 10h30-18h00 // Workshop INTERPRETAR Pessoas, Percursos e Discursos na Abordagem Biográfica

ADIAMENTO: Por motivos alheios ao Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR e que se prendem com a saúde da formadora, Prof.ª Idalina Conde, o workshop de 6 horas «INTERPRETAR PESSOAS, PERCURSOS E DISCURSOS NA ABORDAGEM BIOGRÁFICA» previsto para dia 7 de Fevereiro, foi ADIADO uma semana para Sábado, dia 14 de FEVEREIRO no mesmo horário, ou seja, entre as 10h30 e as 18h00.

Mais uma oportunidade para se inscrever nesta iniciativa no decurso da próxima semana!

WS Idalina 14FEV2015 cartaz

Formadora: Idalina Conde, Prof.ª no ISCTE-IUL Instituto Universitário de Lisboa e investigadora do CIES – Centro de Investigação e Estudos de Sociologia. Tem um longo currículo nas áreas da sociologia da arte e da cultura, com publicações sobre a abordagem biográfica e biografias de artistas. Leciona sobre abordagens biográficas no ISCTE IUL. Perfil emhttps://iscte-iul.academia.edu/idalinaconde

APRESENTAÇÃO:
“O que significa interpretar e como se exerce na abordagem biográfica, por sua vez com variantes? A interpretação parece tema menos habitual que o das metodologias sobre modos de recolha de informação, de solicitar testemunhos, da interlocução, bem como sobre o tipo de acervos documentais e iconográficos. Porém, a interpretação é o cerne; desafio substantivo, conceptual e analítico, que se coloca no processo da escuta à escrita. Implica a problemática do sentido e a relação com teorias que produz inteligibilidade e reflexividade sobre pessoas e vidas, pessoais ou colectivas.
O workshop reflecte sobre essa interpretação, a bem dizer plural nas diferentes tradições biográficas, de literária à das ciências sociais. Esclarece processos e modos de interpretar percursos e discursos, introduzindo também à grounded theory (…)”.

PROGRAMA DO WORKSHOP:

1. ENQUADRAMENTO

– Interpretação, para a compreensão e explicação;
– Interpretar pessoas: agência, memória, subjetividade e reflexividade;
– A interpretação como elucidação, descoberta, inferência e concetualização;
– A relação com teorias na abordagem grand/grounded de vidas.

2. APLICAÇÕES
– Modos de interpretar na abordagem biográfica:
Percursos: inscrições contextuais, matrizes e tipologias;
Discursos: estrutura, floração e dimensões da narrativa;
– Ilustrações com pesquisas e casos.

Agenda Feminista 2015 da UMAR

AGENDA FEMINISTA 2015 da UMAR, uma óptima opção para entrar no ano novo, registar os novos compromissos, não esquecer e celebrar datas simbólicas, descobrir mulheres inspiradoras, oferecer, presentear… são muitas as razões para descobrir a 6ª Agenda Feminista da UMAR realizada no âmbito do Projecto Memória e Feminismos, dedicada a mulheres de Coimbra e do distrito de Setúbal que se destacaram pelo seu percurso de vida em prol da dignidade e dos direitos das mulheres.

A AGENDA FEMINISTA 2015 é uma edição tamanho de bolso, com elástico – dimensões 15 x 11cms. 

Pode ser requisitada em troca de donativo (3€ associadas, 4€ não associadas) no Centro de Cultura e Intervenção Feminista CCIF/UMAR  em qualquer delegação da UMAR ou para o e-mail: umar.sede@sapo.pt

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QUA, 10 de Dezembro 18h30 // Apresentação do Relatório 2014 do Observatório de Mulheres Assassinadas

No âmbito dos 16 dias de Activismo contra a Violência de Género, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista após a sessão de visionamento do documentário «A partir do Zero» produzido pelo findo Projecto ISI promovido pela UMAR  – União de Mulheres Alternativa e Resposta (com o apoio financeiro do POPH, QREN e FSE) e que contou com a presença da realizadora Margarida Cardoso e do comentário da Prof.ª Dália Costa, acolherá também, na próxima 4ª feira dia 10 de Dezembro, um outro evento a marcar a luta feminista diária da UMAR contra a violência de género.

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Deste modo, no Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de Dezembro pelas 18h30, serão apresentados e comentados os dados de 2014 do Observatório das Mulheres Assassinadas (OMA) da UMAR.

Referimos também que o OMA faz este ano 10 anos de actividade e que todos os relatórios anuais estão disponíveis para consulta gratuita no portal da UMAR http://www.umarfeminismos.org.

E com este acto, a nossa associação termina a sua intensa e empenhada campanha dos 16 Dias de Activismo contra a Violência de Género de 2014. Contamos com a tua presença para este momento no dia 10 de Dezembro às 18h30 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa, Alcântara.

Podes também seguir e partilhar as nossas actividades no nosso facebook: http://www.facebook.com/CentroCulturaFeministaCCIFUMAR

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A 1 de Novembro de 2014 a UMAR, juntamente com a AMCV e APMJ promoveram uma acção evocativa em homenagem às mais de 400 mulheres contabilizadas pelo OMA desde 2004, assassinadas em Portugal pela mão dos seus (ex) companheiros íntimos. A acção decorreu em Lisboa, junto à Maternidade Alfredo da Costa.

 

 

SEG, 10 de Novembro, a partir das 18h00 // MAGUSTO FEMINISTA

O Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), em Alcântara, abre portas à música, debate (sobre a paz no mundo, com elementos da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e da associação internacional Servas) e castanhas assadas!

O MAGUSTO FEMINISTA pede 3 ‘castanhas’ de donativo à entrada e promete festa e comes e bebes até às tantas… Não faltes!

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Programação Cultural de Setembro 2014 do CCIF/UMAR

O verão está a terminar e o Centro de Cultura e IntervençãoFeminista está em pleno dinamismo. Partilhamos contigo a programação de Setembro 2014, que inclui a participação de convidado/as estrangeiros (Argentina, Brasil e França) em volta dos temas da violência de género (nas suas várias vertentes) e literatura feminina afro-brasileira.

O nosso espaço fica em Lisboa (Alcântara), é gerido pela UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta estando aberto de 2ª a 6ª feira das 10h às 18h e durante as actividades programadas. Dispomos também de um Centro de Documentação e Arquivo Feminista, com um acervo único para consulta gratuita.

Contamos com a tua presença!

Saudações feministas do CCIF/UMAR

CCIF-UMAR SETEMBRO 2014

DOM 4 Novembro, 16h30 // Mulheres e habitação: Pessoas, casas e bairros

Programação de Mulheres e habitação, Pessoas, casas e bairros:*

16h30 – “Mulheres e Habitação: Pessoas, casas e bairros”
Reflexões sobre uma experiência de voluntariado.
Por Morgane Masterman.

17h30 – Exposição “Nós na Tapada” e Projecto de Fotografia Participativa “fos – olhar aberto, olhar desperto”. Apresentação do projecto.

18h00 – “Ser Mulher aqui”: teatro, género e comunidade
Apresentação, na forma de instalação ou performance, movimento ou teatro, dos resultados deste projecto desenvolvido por Susana C. Gaspar em colaboração com Clube das Mulheres.

18h30 – Debate “Mulheres e o Direito à Habitação e à Cidade”.
Com a participação de mulheres e/ou activistas pelo direito à habitação.

*Organização: Clube das Mulheres (Tapada das Mercês), Habita – Colectivo pelo direito à habitação e à cidade, Marcha Mundial de Mulheres Portugal e UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta. 

Iniciativa integrada na Campanha Feminista Anti-Austeritária.

QUI 25 Outubro,18h30 2ª Leitura Colectiva das Novas Cartas Portuguesas

Exactamente um ano após a 1ª Leitura Colectiva das Novas Cartas Portuguesas no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (25 Outubro 2011) e do grande evento das LEITURAS IMPARÁVEIS – Um dia com as Novas Cartas Portuguesas (16-17 de Dezembro 2011) será dinamizada uma 2ª leitura colectiva no 40º aniversário desta obra literária que marcou (e ainda marca) os feminismos em Portugal // Participação da co-autora Maria Teresa Horta // Organização de Faces de Eva-CESNOVA em colaboração com a UMAR.

31 MAR, Curso Livre Para Além da Masculinidade Hegemónica

Este curso procurará pensar como se constrói a masculinidade hegemónica – na sua articulação com dimensões de classe, etnia, orientação sexual, etc. –  bem como os seus riscos e impactos variados. Este curso abrirá também espaço para partilhar experiências de masculinidades não dominantes e pensar o tema na sua relação com a teoria e movimento feministas.

 

PROGRAMA
10h Conferência de Abertura
Masculinidade Hegemónica, Miguel Vale De Almeida
Moderação: Cristina Pires

10.45h Painel I – Construção e Impactos da Masculinidade Hegemónica
Construção da masculinidade na escola, Maria do Mar Pereira
A construção da masculinidade numa fábrica no norte do país, Bruno Monteiro
A masculinidade na cirurgia, António Manuel Marques

11h45 – 12h: pausa

12h Painel II – Masculinidades alternativas
Novas Masculinidades nas relações afectivo-sexuais, Daniel Cardoso
Masculinidades femininas, Cristiana Pena
Negociando velhas e novas masculinidades, Carlos Gonçalves Costa
Moderação: Joana Sales

13h: Almoço

14.30h Painel III – Para além da hegemonia: masculinidades femininas e feministas
Masculinidades feministas, João Pereira
A experiência do Estado Espanhol, Representante da Associação de Homens pela Igualdade de Género
Moderação: Alexandra Luís

15.30h – 15.45h: Pausa

15.45h Mesa Redonda
Binarismo e Estereótipos de Género: impactos quotidianos e experiências para além da norma
Laetitia, Júlia Pereira, Ricardo Loureiro, Mi Guerreiro, Lara Crespo, Nuno Santos (Chullage), Rodrigo Saturnino
Moderação: Paulo Jorge Vieira

17.15h – 17.30h: pausa

17.30h: Conferência de Encerramento
Masculinidades, binarismo de género e feminismos, João Manuel de Oliveira e Lígia Amâncio
Moderação: Salomé Coelho