QUA, 13 de Julho, 18h30 // Sessão “Olhares feministas sobre a crise dos refugiados”

Venham reflectir e debater connosco no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) na próxima 4.ª Feira, 13 de Julho pelas 18h30, sobre o tema “Olhares feministas sobre a crise dos refugiados”.
Participação de: Ana Luísa Rodrigues (RTP) e de Carolina Moreira (Marcha Mundial das Mulheres).

Uma iniciativa da Universidade Feminista

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QUI, 23 Junho | 18h00 | Tertúlia Gestação de Substituição

Na próxima 5.ª feira, 23 de Junho, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, associação que tem como missão defender os direitos das mulheres nas leis e na vida, o que passa também pela informação e esclarecimento, promove uma Tertúlia sobre Gestação de Substituição na sua sede nacional / Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), para ajudar a esclarecer dúvidas sobre este tema, debatido este ano no parlamento e cuja proposta aprovada foi vetada no início deste mês pelo actual Presidente da República.

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Mais informações, no evento do Facebook.

Saudações feministas da UMAR.

QUA, 15 de Junho 18h30 // Sessão-Debate Feminismos, Movimento LGBT e Activismo Queer

Em vésperas da 17.ª Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa na qual a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta participará, a Universidade Feminista sinalizará este mês com a realização de uma sessão-debate sobre Feminismos, Movimento LGBT e Activismo Queer.

O evento decorrerá na 4.ª feira, 15 de Junho pelas 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) com as participações de:

– Alice Cunha (Colectivo Lóbula)
– Alexa Santos (Queering Style)
– Ana Cristina Santos (CES – Universidade de Coimbra)
– Isabel Advirta (ILGA Portugal)
– Moderação: Luísa Rego

Entrada livre com inscrição prévia para: universidadefeminista@gmail.com

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TER, 24 Maio, 18h30 // Sessão Género e Comunicação

Na próxima 3.ª feira, 24 de Maio pelas 18h30, terá lugar no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) mais uma sessão da Universidade Feminista, este mês dedicada ao género e à comunicação. Este evento contará com a participação de:

  • Diana Andringa
  • Rosangela Ferreira Borges
  • Silvana Mota Ribeiro
  • Moderação: Carla Cerqueira

Entrada livre, com inscrição prévia para:universidadefeminista@gmail.com

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SÁB-DOM, 14-15 Maio | CCIF/UMAR | Oficina de TEATRO DA OPRIMIDA – Arco Íris do Desejo

No próximo fim-de-semana, dias 14 e 15 de Maio, haverá no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa, uma oficina de Teatro da Oprimida, promovida pela Marcha Mundial das Mulheres Portugal, à qual a UMAR pertence.

A facilitadora é Luciana Talamonti, que já fez Teatro das Oprimidas numa prisão argentina, na Palestina (com refugiadas, mulheres vítimas de violência etc.), com italianas e migrantes na Casa delle Donne de Modena. Participa na rede internacional Madalenas.

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“DIS-TINTAS, CORES PARA TRANS-FORMAR”

Os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais, será que servem para transformar a sociedade?

Augusto Boal dizia que os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais e que um verdadeiro cidadão tem que tentar transformar a sociedade.
É evidente que a sociedade ocidental está tornando-se cada vez mais individualista. Nela já não se fala de luta de classes, @s trabalhador@s já não se vêem como um conjunto, mas apenas como indivíduos com contratos particulares. A ideia do self-made man norte-americano segundo a qual cada um e cada uma pensa por si própri@ e receia as consequências dos próprios actos individuais parece ser o único paradigma possível. Sendo assim, o envolvimento político dos cidadãos europeus é cada vez menor também porque a palavra política é muitas vezes interpretada como corrupção e considerada sinónimo de máximos poderes inalcançáveis… um palavrão!

Não conseguindo encontrar as verdadeiras causas das opressões – que na realidade são sociais – consideramo-nos nós mesm@s as culpadas ou os culpados das nossas frustrações. Paralelamente, estão a aumentar os distúrbios psicológicos e o uso dos psicofármacos, também nas crianças. Segundo o modelo dominante os “loucos” são pessoas perigosas e nós temos que ser sempre fortes, equilibrad@s, sem mostrar fraquezas. Parecemos ser consumidores anestesiados e acríticos mais que cidadãos, por isso voltar à ideia de cidadania de Boal parece algo utópico…
Neste contexto geral existem alternativas como o pensamento feminista, a “sororidade”. As ferramentas críticas que nos oferecem permitem-nos reconhecermo-nos de forma diferente da lógica hetero-normativa patriarcal que nos quer controlar através de várias mistificações (o pecado original, a histeria, o mito do corpo das mulheres como objecto de culto e de troca, etc.).
Se o pensamento filosófico-científico das classes dominantes levou a tudo isto, como será possível transformar a sociedade sem pô-lo em discussão?

Aproveito a oportunidade desta oficina para propor um laboratório em que, usando o “Arco-íris do desejo” se trabalhe sobre as opressões sociais de forma política encontrando estratégias de transformação.

A oficina é gratuita com OFERTA LIVRE para a facilitadora. 

Durará 2 dias, dias 14 e 15 de MAIO, 8 horas cada, e poderá terminar com uma acção pública colectiva. 

Inscrições para:  serenacacchioli@gmail.com

QUA, 20 Abril, 18h30 | Cabo-Verdianas em Burela: Migração, Relações de Género e Intervenção Social

4.ª feira, 20 de Abril às 18h30 // Intervenção de Luzia Oca González, antropóloga galega e Prof.ª na UTAD desde 2004, sobre (o mito d)a integração das cabo-verdianas entre 1978 e 2008 no município de Burle, na Galiza.

A sua obra Caboverdianas en Burela. Migración, relacións de xénero e intervención social recebeu o Prémio Vicente Risco de Ciências Sociais 2014.

Uma parceria da UMAR e Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL. Com o apoio da Xunta de Galicia.

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Cartaz da Sessão “Cabo-Verdianas em Burela” no CCIF/UMAR, numa parceria da UMAR com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL
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Trabalho premiado resultante da tese de doutoramento com perspectiva de género e feminista, que permite conhecer as dinâmicas sociais internas e externas à comunidade cabo-verdiana em Burela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A antropóloga galega e docente da UTAD, Luzia Oca González, contactou directamente ao longo de 15 anos, esta comunidade migrante em Lugo, Galiza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrada Livre! Saber mais na páginaevento no Facebook do CIIF/UMAR.

SEG, 18 Abril, 18h30 | Protecção e Direitos das Mulheres Trabalhadoras em Portugal 1880-1943

2.ª feira, 18 de Abril às 18h30 será apresentado no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) o livro recém-publicado de Virgínia Baptista Protecção e Direitos das Mulheres Trabalhadoras em Portugal 1880-1943 baseado na sua investigação de doutoramento sobre as políticas públicas destinadas à regulamentação do trabalho das mulheres e à protecção da maternidade.

A apresentação será feita por Anne Cova, historiadora e investigadora no ICS – Instituto de Ciências Sociais, com a presença da autora.

Virginia Baptista

Entrada Livre!

Saber mais na páginaevento no Facebook do CIIF/UMAR.

QUA, 13 de Abril | 18h30 |Sessão “Esquerda e Direita: Por Onde Avançam os Feminismos?

Na próxima 4.ª Feira, 13 de Abril pelas 18h30 no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), terá lugar a sessão da Universidade Feminista “Esquerda e Direita: por onde avançam os feminismos?”, com:

Judite Fernandes, ativista feminista e coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres;
Manuela Tavares, investigadora no Centro Interdisciplinar de Estudos de Género do ISCSP, membro da direção da UMAR;
Mónica Ferro, docente universitária, mestre em relações internacionais, deputada do PSD;
Tatiana Canas, jurista, ex-jornalista e mestre em estudos sobre as mulheres.

Moderação, por Ana Isabel Cansado.

Inscrições para: universidadefeminista@gmail.com

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QUA, 9 Março 18h30 // Sessão-Debate “Ser Feminista Hoje?”

A Universidade Feminista está de volta e, com ela, voltam as suas sessões ao Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR)!.

No âmbito do Dia Internacional das Mulheres de 2016, será realizada no dia 9 de Março pelas 18h30, uma sessão-debate sobre o que é ser feminista hoje, que contará com a participação de Brenda Johnson, João Pereira, Maria José Magalhães e de Rita Ferro Rodrigues. Moderação por Fernanda Câncio.

Entrada livre mas inscrição prévia para universidadefeminista@gmail.com

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SÁB, 30 JAN 10h30-18h00 // Workshop “PASSADO PRESENTE: trabalhar com memórias”

No próximo Sábado, 30 de Janeiro, será realizado no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) o workshop “PASSADO PRESENTE: trabalhar com memórias” que, com curta duração, sintetiza vertentes do tema extenso da memória; como trabalhar com memórias nas ciências sociais e noutros quadrantes.

A primeira parte debruça-se sobre quadros de memória, para retomar o léxico de Maurice Halbwachs, esclarecendo conceitos, interacções e redes de memórias. Um plano a que se traz um olhar iconográfico além da análise de discursos.

A segunda parte incide sobre lugares de memória, expressão de Pierre Nora para visitar, em imagens, alguns memoriais, museus, sítios e vestígios com o passado que interpela o presente pela sua micro vs. macro-história.

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PROGRAMA:

I. QUADROS DA MEMÓRIA
Memórias, de pessoal a coletiva e histórica
Narrativas com vozes, silêncios e esquecimentos
Registos, de factual a simbólico e ficcional
Redes de memórias, modos de solicitar e interpretar
A abordagem iconográfica e análises de discursos

II. LUGARES DE MEMÓRIA
Imagens para refletir sobre contextos: museus, memoriais, sítios, vestígios
Remembrance, de lembrar a comemorar
Testemunho e trauma; resgates e controvérsias
Relações da micro com macrohistória

IDALINA CONDE – Perfil em https://iscte-iul.academia.edu/idalinaconde
Professora e investigadora no ISCTE-IUL Instituto Universitário de Lisboa, doutorada em sociologia; autora de diversos trabalhos sobre abordagens biográficas, a condição artística e espaços culturais. Desde 2008 realizou cursos e workshops sobre auto/biografias, memórias e histórias de vida. Desenvolve atualmente uma linha de estudos sobre a Europa com iconografias da arte, património, e a abordagem de problemáticas entre as quais as da literacia cultural e da remembrance; relações entre história e memória.

Inscrição (35 euros): a ficha de inscrição será enviada aos participantes após contacto para
write.iccultura@gmail.com (Fernando Ribeiro, 96 006 75 34)