QUI, 29 de Setembro // 5.º Aniversário do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR)!!!

Na próxima 5.ª feira, 29 de Setembro, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista na cidade de Lisboa (CCIF/UMAR) faz 5 anos!

Desde Setembro de 2011, imensas, variadas e participadas actividades culturais e de intervenção, juntaram associadas, amigas/os, activistas, académicas/os e demais pessoas de vários quadrantes, de Portugal e do estrangeiro em torno dos feminismos.

Foram 5 anos de partilhas e de descobertas feitas em conjunto, a grande maioria de acesso livre, abertas a toda a população.

Vamos comemorar este 5.º aniversário, com um convívio onde também será apresentada a colecção bibliográfica infanto-juvenil feminista e inclusiva do Centro de Documentação e Arquivo Feminista da UMAR, prova de uma das principais prioridades da nossa associação: a igualdade e a desconstrução de estereótipos de género na educação.

Entrada livre!

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Evento: www.facebook.com/events/1519529041407209/

Saudações feministas da UMAR

 

SÁB, 24 SET, 20h-23h // FEM TOUR TRUCK LISBOA no CCIF/UMAR!

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A nossa associação, UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, parceira em Lisboa do FEM TOUR TRUCK – Festival Internacional de Videoarte e Activismo Feminista, convida à participação na exibição da mostra de filmes de cariz feminista a decorrer no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) no próximo Sábado,  24 de Setembro, entre as 20h e as 23h.

Esta mostra aborda problemáticas como a violência de género, problemas de identidade, estereótipos e corpos colonizados, dando ênfase na visibilização de uma mulher forte, empoderada, livre e dona de si mesma.

A FEM TOUR TRUCK circula num camião que já percorreu as cidades de Bilbau e de Madrid, e que percorrerá esta semana Covilhã e Lisboa (Portugal) para depois seguir caminho para Valência, Barcelona, Vitória, chegando posteriormente a cidades da Colômbia, Equador e Perú.

 A organização deste evento é da Guerrilla Food Sound System e da MAV – Mujeres en las Artes Visuales.

Em Portugal conta com as parcerias da Associação CooLabora na Covilhã e da UMAR na cidade de Lisboa.

Ver aqui mais sobre esta mostra de filmes.

Contamos com a vossa presença, neste evento único! Entrada livre.
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Comemoração do 40.º Aniversário da UMAR – 12 de Setembro no CCIF/UMAR

Na próxima 2.ª feira, 12 de Setembro, a partir das 18h00, vamos estar juntas/os para comemorar os 40 anos da nossa associação feminista UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, com um encontro no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa.

Durante o convívio será apresentado um pequeno vídeo da história da UMAR e será lançada a Agenda Feminista 2017, entre outras surpresas.

Agradecemos, se possível, que as presenças sejam confirmadas para o e-mail umarfeminismos@gmail.com. Obrigada!

Saudações feministas da UMAR

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O Feminismo em Portugal está de Luto

Faleceu, no dia 3 de Setembro, uma das mentes mais brilhantes do feminismo em Portugal – Maria Isabel Barreno. A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta lamenta profundamente a sua morte e compromete-se a que lhe seja feita uma grande homenagem, que não foi possível fazer em vida. Escritora, feminista, investigadora, autora de mais de 20 títulos e co-autora das Novas Cartas Portuguesas, Maria Isabel Barreno deixou-nos uma obra marcante, escrita ainda antes das Novas Cartas.
Esse livro, infelizmente pouco conhecido, chama-se “A morte da mãe”. Nada melhor do que colocar neste texto, as suas palavras escritas nesse livro, como forma de a recordar e de expressar o sentimento de enorme admiração que temos para com ela.

Querida Maria Isabel Barreno,                                                                                             Obrigada pela obra que nos deixaste.                                                                                          Obrigada pela tua enorme solidariedade feminista.                                                              Até sempre!                                                                                                                                          A direção da UMAR

Do livro A morte da mãe, Lisboa, Editorial Caminho, 1989: “As mulheres continuam ocultas. Já muito se tem falado sobre elas: as coisas mudaram, num sentido e numa quantidade que há dez ou quinze anos seria impensável. No entanto, a maioria do que se diz e empreende relativamente às mulheres fica ainda numa margem relativamente superficial: na margem da funcionalidade, do estreitamente económico; nas margens de um sistema social que não quer, profundamente alterar-se”. (p.11)
“Explicaram-me primeiro que as mulheres têm ficado quase sempre em casa fazendo filhos e tricot; explicaram-me depois, com a grande paciência com que sempre fui tratada, que, quando se dizia homem, as palavras deviam ser vistas com maiúsculas, Homem, e que se pretendia com isso significar o ser humano, e todas as importantes coisas com ele relacionadas.
Mas, porque ficaram as mulheres em casa? E porque desapareceram elas nessa sombra linguística? Perguntei várias vezes sem que me tivessem dado resposta. Crescida, adulta, o meu filho, pequeno perguntou-me: “Mãe é verdade que os homens fazem tudo?”
A História dos homens está nos livros; mas a história das mulheres só é decifrável ao longo da cada vida”. (p.18)
Na foto, está Maria Isabel Barreno abraçando Maria Teresa Horta, sua grande companheira e amiga, no dia 13 de Abril de 2012 enquanto oradora no debate “Que causas para a opressão e ocultação histórica das mulheres?” promovido pela UMAR no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em que foi revisitado o seu livro “A Morte da Mãe”.
Sempre disponível a colaborar com a nossa associação, participou em outros momentos da vida da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, tendo sido, nomeadamente:
  • uma feministas por nós homenageada no Jantar de Homenagem às Feministas dos Anos 1970/80, realizado em 2006 no Mercado da Ribeira;
  • estando como oradora no programa do Congresso Feminista 2008;
  • uma das homenageadas a 17 de Dezembro de 2011, aquando do baptismo do jardim do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) de “Jardim As Três Marias”, momento inserido no ciclo “Leituras Imparáveis – Um dia com as Novas Cartas Portuguesas”;
  • autora do prefácio da 1.ª edição dos “Percursos Feministas – Desafiar os Tempos”, publicado pela Universidade Feminista e lançado no CCIF/UMAR a 8 de Março de 2015.

 

QUA, 13 de Julho, 18h30 // Sessão “Olhares feministas sobre a crise dos refugiados”

Venham reflectir e debater connosco no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) na próxima 4.ª Feira, 13 de Julho pelas 18h30, sobre o tema “Olhares feministas sobre a crise dos refugiados”.
Participação de: Ana Luísa Rodrigues (RTP) e de Carolina Moreira (Marcha Mundial das Mulheres).

Uma iniciativa da Universidade Feminista

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QUI, 23 Junho | 18h00 | Tertúlia Gestação de Substituição

Na próxima 5.ª feira, 23 de Junho, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta, associação que tem como missão defender os direitos das mulheres nas leis e na vida, o que passa também pela informação e esclarecimento, promove uma Tertúlia sobre Gestação de Substituição na sua sede nacional / Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR), para ajudar a esclarecer dúvidas sobre este tema, debatido este ano no parlamento e cuja proposta aprovada foi vetada no início deste mês pelo actual Presidente da República.

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Mais informações, no evento do Facebook.

Saudações feministas da UMAR.

QUA, 15 de Junho 18h30 // Sessão-Debate Feminismos, Movimento LGBT e Activismo Queer

Em vésperas da 17.ª Marcha do Orgulho LGBT de Lisboa na qual a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta participará, a Universidade Feminista sinalizará este mês com a realização de uma sessão-debate sobre Feminismos, Movimento LGBT e Activismo Queer.

O evento decorrerá na 4.ª feira, 15 de Junho pelas 18h30, no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) com as participações de:

– Alice Cunha (Colectivo Lóbula)
– Alexa Santos (Queering Style)
– Ana Cristina Santos (CES – Universidade de Coimbra)
– Isabel Advirta (ILGA Portugal)
– Moderação: Luísa Rego

Entrada livre com inscrição prévia para: universidadefeminista@gmail.com

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TER, 24 Maio, 18h30 // Sessão Género e Comunicação

Na próxima 3.ª feira, 24 de Maio pelas 18h30, terá lugar no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) mais uma sessão da Universidade Feminista, este mês dedicada ao género e à comunicação. Este evento contará com a participação de:

  • Diana Andringa
  • Rosangela Ferreira Borges
  • Silvana Mota Ribeiro
  • Moderação: Carla Cerqueira

Entrada livre, com inscrição prévia para:universidadefeminista@gmail.com

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SÁB-DOM, 14-15 Maio | CCIF/UMAR | Oficina de TEATRO DA OPRIMIDA – Arco Íris do Desejo

No próximo fim-de-semana, dias 14 e 15 de Maio, haverá no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Alcântara, Lisboa, uma oficina de Teatro da Oprimida, promovida pela Marcha Mundial das Mulheres Portugal, à qual a UMAR pertence.

A facilitadora é Luciana Talamonti, que já fez Teatro das Oprimidas numa prisão argentina, na Palestina (com refugiadas, mulheres vítimas de violência etc.), com italianas e migrantes na Casa delle Donne de Modena. Participa na rede internacional Madalenas.

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“DIS-TINTAS, CORES PARA TRANS-FORMAR”

Os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais, será que servem para transformar a sociedade?

Augusto Boal dizia que os quartéis dos nossos “polícias na cabeça” são sociais e que um verdadeiro cidadão tem que tentar transformar a sociedade.
É evidente que a sociedade ocidental está tornando-se cada vez mais individualista. Nela já não se fala de luta de classes, @s trabalhador@s já não se vêem como um conjunto, mas apenas como indivíduos com contratos particulares. A ideia do self-made man norte-americano segundo a qual cada um e cada uma pensa por si própri@ e receia as consequências dos próprios actos individuais parece ser o único paradigma possível. Sendo assim, o envolvimento político dos cidadãos europeus é cada vez menor também porque a palavra política é muitas vezes interpretada como corrupção e considerada sinónimo de máximos poderes inalcançáveis… um palavrão!

Não conseguindo encontrar as verdadeiras causas das opressões – que na realidade são sociais – consideramo-nos nós mesm@s as culpadas ou os culpados das nossas frustrações. Paralelamente, estão a aumentar os distúrbios psicológicos e o uso dos psicofármacos, também nas crianças. Segundo o modelo dominante os “loucos” são pessoas perigosas e nós temos que ser sempre fortes, equilibrad@s, sem mostrar fraquezas. Parecemos ser consumidores anestesiados e acríticos mais que cidadãos, por isso voltar à ideia de cidadania de Boal parece algo utópico…
Neste contexto geral existem alternativas como o pensamento feminista, a “sororidade”. As ferramentas críticas que nos oferecem permitem-nos reconhecermo-nos de forma diferente da lógica hetero-normativa patriarcal que nos quer controlar através de várias mistificações (o pecado original, a histeria, o mito do corpo das mulheres como objecto de culto e de troca, etc.).
Se o pensamento filosófico-científico das classes dominantes levou a tudo isto, como será possível transformar a sociedade sem pô-lo em discussão?

Aproveito a oportunidade desta oficina para propor um laboratório em que, usando o “Arco-íris do desejo” se trabalhe sobre as opressões sociais de forma política encontrando estratégias de transformação.

A oficina é gratuita com OFERTA LIVRE para a facilitadora. 

Durará 2 dias, dias 14 e 15 de MAIO, 8 horas cada, e poderá terminar com uma acção pública colectiva. 

Inscrições para:  serenacacchioli@gmail.com

QUA, 20 Abril, 18h30 | Cabo-Verdianas em Burela: Migração, Relações de Género e Intervenção Social

4.ª feira, 20 de Abril às 18h30 // Intervenção de Luzia Oca González, antropóloga galega e Prof.ª na UTAD desde 2004, sobre (o mito d)a integração das cabo-verdianas entre 1978 e 2008 no município de Burle, na Galiza.

A sua obra Caboverdianas en Burela. Migración, relacións de xénero e intervención social recebeu o Prémio Vicente Risco de Ciências Sociais 2014.

Uma parceria da UMAR e Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL. Com o apoio da Xunta de Galicia.

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Cartaz da Sessão “Cabo-Verdianas em Burela” no CCIF/UMAR, numa parceria da UMAR com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL
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Trabalho premiado resultante da tese de doutoramento com perspectiva de género e feminista, que permite conhecer as dinâmicas sociais internas e externas à comunidade cabo-verdiana em Burela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Luzia Oca
A antropóloga galega e docente da UTAD, Luzia Oca González, contactou directamente ao longo de 15 anos, esta comunidade migrante em Lugo, Galiza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrada Livre! Saber mais na páginaevento no Facebook do CIIF/UMAR.