QUA, 17 JUL 18h // Sessão de Leitura sobre a obra de Agustina Bessa-Luís

Na próxima 4.ª feira, 17 de Julho às 18h00, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) dedicará uma sessão de leitura e de partilha sobre a obra da escritora Agustina Bessa-Luís.

agustina bessa-luís 17072019

Partilhamos aqui duas das muitas notícias e artigos sobre a sua vida e obra publicadas aquando do seu desaparecimento no passado mês:

Entrada livre!

Evento, aqui.

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CCIF/UMAR Fora de Portas // Seminário Final do Projecto da UMAR, Múltiplas Discriminações II

Convite para o Seminário Final do projecto Memória e Feminismos: Múltiplas Discriminações II, desenvolvido pela UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o apoio da pequena subvenção da CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e que se realizará no Sábado, 6 de Julho, na Junta de Freguesia de Alcântara, em Lisboa.

Neste seminário final serão debatidas numa perspectiva feminista interseccional as 4 grandes problemáticas tratadas por este projecto no decurso de 2019 (Mulheres Negras e Afrodescendentes; Mulheres do Interior; Trabalhadoras Domésticas e da Limpeza e Mulheres com Deficiência) contando com a intervenção de investigadoras/es, técnicas e activistas nestas causas. A não perder!

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::::::::::::PROGRAMA:::::::::::

10h30: SESSÃO DE ABERTURA
– TERESA SALES (Coordenadora do projecto)
– MANUELA RALHA (Vereadora da Cultura de Vila Franca de Xira)
– MARIA JOSÉ MAGALHÃES (Presidente da UMAR)
– ROSA MONTEIRO (SECI – Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade)

11h15: PAINEL I – MULHERES NEGRAS E AFRODESCENDENTES
– ANA PAULA COSTA (Plataforma GENI)
– LÚCIA FURTADO (FEMAFRO)
– MYRIAM TAYLOR (Muxima)
– JOANA SALES (moderação)

14H00: PAINEL II -MULHERES DO INTERIOR
– ADRIANA GOMES (São Pedro do Sul)
– ANA MARGARIDA PAIVA (Pitões das Júnias)
– LÚCIA JORGE (Pitões das Júnias)
– MANUELA TAVARES (Investigadora CIEG/ISCSP-UL)
– CRISTINA BANDEIRA (moderação)

15h00: PAINEL III – TRABALHADORAS DOMÉSTICAS E DA LIMPEZA
– INÊS BRASÃO (investigadora IHC/FSCH-UNL)
– MANUEL ABRANTES (Sociólogo)
– MARGARIDA COELHO (testemunho)
– TERESA SALES (moderação)

16h15: PAINEL IV – MULHERES COM DEFICIÊNCIA
– HELENA ALVES (INR)
– LIA FERREIRA (Arquitecta)
– PATRÌCIA SANTOS (INR)
– PAULA PINTO (Investigadora ISCSP-UL)
– OLÍMPIA PINTO (moderação)

17h10: CONCLUSÕES E ENCERRAMENTO

*A Junta de Freguesia de Alcântara tem acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida
** Entrada livre

50 anos de Stonewall 28 Junho 1969 – 28 de Junho 2019

Hoje, 28 de Junho, faz precisamente 50 anos que ocorreram os motins de Stonewall em Nova Iorque e que assinalam o nascimento do movimento de defesa dos direitos LGBT.

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Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera, as duas mulheres trans que lideraram os motins de Stonewall em 1969 e que abriram caminho para o nascimento deste movimento.

Este ano marca também os 20 anos da primeira marcha LGBT em Portugal dando uma força ainda maior para sairmos à rua e marcharmos pela liberdade e igualdade de direitos para todas/xs, contra o patriarcado e o binarismo de género.

A UMAR estará uma vez mais na rua pelo aumento da visibilidade e igualdade das lésbicas, bissexuais, trans e intersexo na sociedade. Por uma também igualdade efectiva das pessoas das comunidades LGBTI+ de origem afrodescendente, cigana, migrante e/ou com deficiência, que enfrentam discriminações múltiplas.

A 20.ª Marcha do Orgulho LGBTI+ de Lisboa iniciar-se-á este Sábado, 9 de Junho na Praça do Príncipe Real (ponto de encontro da UMAR, 16h30 debaixo do grande cipreste do jardim) e seguirá até à Ribeira das Naus.

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Para ouvir, testemunho da nossa companheira Eduarda Ferreira, histórica activista lésbica e membro da UMAR, publicado hoje no Público, sobre a 1.ª Marcha LGBT de Lisboa (ano 2000).

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Clube Safo, associação lésbica do qual Eduarda Ferreira foi dirigente, na 1.ª Marcha do Orgulho LGBT em 2000. Fonte-http-portugalprideorg

Partilhamos também a ferramenta digital Stonewall Forever que permite descobrir o monumento “vivo” Stonewall Forever e explorar as suas duas colecções documentais “Life before Stonewall” e “The Stonewall Riots” que reúne testemunhos em vídeo, folhetos e fotografias de época antes e durante os motins.

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Inclui também o documentário de Ro Haber “Stonewall Forever” (21 min) que reúne vozes de mais de 50 anos de ativismo LGBTQ para explorar o legado actual deste histórico acontecimento.

Saudações feministas e anti-LesBiTransfóbicas!

 

 

QUA, 26 JUN 18H // Mulheres Indígenas

Na próxima 4.ª feira, 26 de Junho às 18h, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta organizará uma sessão no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) em Lisboa, subordinada ao tema das Mulheres Indígenas, no decurso do nosso trabalho/activismo e atenção para com esta(s) problemática(s).

Esta foi a temática escolhida para a Agenda Feminista 2019 da UMAR na qual constam testemunhos de activistas indígenas de diferentes latitudes que nos falam sobre as suas lutas e principais desafios.

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Nesta sessão destacaremos as intervenções de representantes dos colectivos GUARANI KAIOWÁ SUPPORT NETWORK, FÓRUM INDÍGENA de LISBOA e PELA DEMOCRACIA NO BRASIL sobre a situação actual dos povos indígenas do Brasil.

No âmbito deste ser o Ano Internacional das Línguas Indígenas, proclamado pela UNESCO, também não deixaremos de lado a necessidade de conscientização para a preservação, revitalização, valorização e promoção destas línguas que continuam a desaparecer a um ritmo alarmante. Esta intervenção estará a cargo de Maria Dovigo da UMAR e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

Andressa Lopes, co-fundadora do CABE – Combate ao Assédio a Brasileiras no Exterior e técnica na Casa do Brasil de Lisboa fará a moderação.

Contamos com a vossa presença e divulgação!
Entrada livre.

Esta semana, dias 5 e 6 de Junho, teremos 2 actividades no CCIF/UMAR!

Após partilha da programação do Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) para os meses de Junho e Julho 2019 (ver post anterior) destacamos neste, as duas iniciativas desta semana 🙂

Qua, 05 Junho 18h00 no CCIF/UMAR em Lisboa “O Antifascismo e o Feminismo na Obra de Maria Teresa Horta”:

Conferência a ser proferida pela investigadora brasileira Michelle Vasconcelos sobre a obra da escritora de Maria Teresa Horta e seu entrecruzamento com as lutas feministas e antifascistas, com foco para o período entre 1971 e 1977.

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Qui, 06 de Junho 18h00 no CCIF/UMAR em Lisboa “Glória e Vitória. Duas Rainhas Insubmissas”:

Esta conferencia que será proferida pela historiadora Luísa Paiva Boléo assinala do bicentenário do nascimento de ambas as rainhas.

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Contamos a tua participação e/ou divulgação!

Saudações feministas da UMAR

Programação do CCIF/UMAR para Junho e Junho 2019!

O calor aperta… mas… antes que se abra a época tradicional de férias, teremos ainda algumas actividades em Junho e Julho no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) e duas sessões do CCIF/UMAR Fora de Portas!

Ver infra o nosso folheto:

Programação ccif jun-jul 2019.Lembramos que, como em todos os anos, que não faremos qualquer pausa no Verão e manteremos o nosso funcionamento, estando sempre de portas abertas nos dias úteis e, aos fins de semana, em caso de actividades culturais pré-agendadas. O nosso centro de documentação também continuará aberto para consulta presencial e gratuita.

 

Saudações feministas da UMAR

SEX, 31 Maio, 18h // Workshop de defesa pessoal para mulheres

No âmbito da parceria da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o 2.º Festival Feminista de Lisboa, acolheremos no Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) no último dia do mês, 31 de Maio às 18h, um workshop de Jiu Jitsu – vertente de defesa pessoal para mulheres – pela instrutora Tatiane Pereira dos Santos.

Tatiane Pereira dos Santos treina Jiu Jitsu há nove anos e há dois conquistou o cinturão preto. Desde então pretende divulgar este desporto, principalmente entre as mulheres pois, pela sua experiência, considera-o perfeito visto ser baseado em técnicas de autodefesa. Tatiane acredita que a prática de Jiu Jitsu trabalha a confiança, a auto-estima, o corpo e a mente.

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Tatiane Pereira dos Santos: Acredito que o Jiu Jitsu seja uma arte marcial perfeita para as mulheres, por ser uma arte fundamentalmente baseada na auto defesa, onde as alavancas são usadas para que indivíduos menos dotados de força sejam capazes de neutralizar oponentes maiores ou mesmo mais fortes.

Além de trabalhar a autoestima, desenvolve a autoconfiança. Portanto, mesclando técnicas de auto defesa, trabalharemos situações extremas e infelizmente cotidianas, onde mulheres vítimas de possíveis abusos, por exemplo, sejam capazes de se desvencilhar de situações que ponham em risco sua integridade.

https://www.instagram.com/titah_pereira

Evento: https://www.facebook.com/events/666527300455501/

A entrada é gratuita e não é necessária pré-inscrição.

QUA, 22 Maio // Apresentação do livro “Morte às Vassouras”

Na quarta-feira, dia 22 de Maio, contamos contigo aqui no CCIF – Centro de Cultura e Intervenção Feminista, para a apresentação do livro “Morte às Vassouras”, pela sua autora, Cláudia Canto.

O relato das peripécias e vivências duma ex-imigrante brasileira, empregada doméstica interna, em Lisboa.

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Entrada livre.

 

 

SÁB, 11 MAI 15H na J. F. Alcântara // Múltiplas Discriminações II – Mulheres com Deficiência

 

A UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta promove uma sessão no próximo Sábado no âmbito do projecto Memória e Feminismos uma sessão do ciclo “Múltiplas Discriminações II”, desta vez dedicado à(s) problemática(s) das mulheres com deficiência.

Esta iniciativa “CCIF/UMAR Fora de Portas” será organizada na Junta de Freguesia de Alcântara, no próximo Sábado 11 de Maio, pelas 15h00.

Terá acesso a pessoas com mobilidade reduzida e haverá interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

As oradoras serão Cátia Monteiro, Manuela Ralha, Patrícia Carmo, Susana Pinto. Moderação por Maria Viegas.

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O Projecto Memória e Feminismos é promovido pela UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta conta com o apoio da pequena subvenção da CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género.

Entrada livre.

 

Dias 8 e 9 de Maio // CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Nos dias 8 e 9 de Maio, o Centro de Cultura e Intervenção Feminista (CCIF/UMAR) estará fora de portas com o Ciclo de Resistência Cultural Galego-Portuguesa, uma parceria da UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta com o Centro de Estudos Galegos da FCSH-UNL, a Associação José Afonso Galiza, o Colectivo  Cravo, a FCSH-UNL – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, a Academia Galega da Língua Portuguesa e a Xunta de Galicia.

CICLO DE RESISTÊNCIA CULTURAL GALEGO-PORTUGUESA

Dia 8 de Maio 16h-20h

CONFERÊNCIA «A Cultura é uma Arma»

FCSH-UNL – Avenida de Berna 26C, Lisboa. Sala Multiusos 2 – Edifício ID

 

agroqueer

16H. JOSÉ MÁRIO BRANCO
‘’A Música como Arma de Transformação Social e Cultural’’ – a música de Intervenção, como mote para uma transformação e reflexão social no espaço cultural Português.

17H. REGUEIFA – ALBA MARIA E QUECO DIAZ
”Oficina de regueifa e improvisação oral: música popular para educar no feminismo”. Dois músicos Galegos que promovem a transformação da Música Tradicional Galega em Música Feminista. Os dois músicos organizarão uma breve oficina musical durante a conferência.

18H. FESTIVAL AGROQUEER
“Festival Agroqueer da Ulhoa”. Festival Cultural Galego que promove a discussão das temáticas LGBT em espaços rurais. A organização do Festival estará presente na conferência através da figura de Gina Gisbert, que procurará abordar a estrutura e organização do Festival, assim como, pensar a adaptação de temáticas progressistas – como os Direitos LGBT – a espaços, tradicionalmente, fechados e conservadores, como as aldeias interiores rurais.

19H. DANIEL AMARELO
”Fazes o teu próprio mundo tolerante”. Galego, a viver em Lisboa, irá abordar as práticas linguísticas e identidades sexuais não heteronormativas na Galiza contemporânea.

 

Dia 9 de Maio, 21h30

Galiza na Lisa: NOITE AGROQUEER

Crew Hassan, R. Andrade 8A, Anjos – Lisboa

 

noite agroqueer 09052019

PERFORMANCE NELU VERMOUTH
Performer e cantor, pretende expor nas suas performances a crueldade artística que existe detrás da própia liberdade, dos estereótipos e da expressão como forma comunicativa livre de juízo, tentando criar sempre um contexto de terapia grupal no espaço do aqui e do agora. “Para ser perdoada, para ser amada, para ser livre” ~ Sarah Kane

BEJAFLOR
Bejaflor é uma pequena criatura que habita a floresta do pop português, onde pulsam ritmos quebrados com vozes e harmonias sintetizadas no quarto de um jovem produtor independente, José Mendes. No fresquíssimo álbum homónimo de estreia, Bejaflor apresenta um conjunto de canções da sua intimidade com a vibe pop dos 80’s, em andamento electrónico e influências hip-hop, modernas e sofisticadas.

MOUNQUP
Camille Hédouin é o nome por detrás da artista franco-galega MounQup. Nascida em França, mas adotando a Galiza como residência, desde os 15 anos que usa a sua voz para composição de temas Jazz, Eletrónica e Folk. A criação de texturas, sombras e cores, resultam numa paisagem sónica e surreal característica da Artista. A composição dos temas torna-se particular quando assumem o meio em que são produtivos – a zona montanhosa Galega de A Bola.

Entrada livre para todos os 2 dias de eventos! 🙂

Ver mais, aqui.